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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Ou o juiz libera os nomes dos tucanos que receberam propina da Petrobras, ou não cita ninguém


Leonardo Meirelles, o braço direito do  doleiro Youssef. falou sobre envolvimento de políticos do PSDB em propinas na Petrobras em perguntas de seu advogado Haroldo Nater durante audiência com o juiz Sérgio Moro  Quando o advogado perguntou se outros partidos, além  daqueles que ele já havia citado, foram beneficiados com desvios de dinheiro da estatal pelo grupo de Youssef, Leonardo Meirelles respondeu que acreditava que sim, e que sabia do envolvimento do PSDB, outros políticos e padrinhos políticos....exatamente   quando o advogado pediu mais detalhes sobre quem seria esse político do PSDB, do Paraná e padrinho político,  o juiz interveio.... Leia mais aqui


Veja vídeo

Artistas se dizem indignados por Aécio usar, sem autorização, imagens deles no horário eleitoral



A vida não anda nada fácil  para o candidato Aécio Neves. Depois de ser desmascarado por Dilma por ter contado mentiras no debate, agora o tucano despertou ódio de artistas da Rede Globo e outros. Sabe aquele monte de artistas que aparecem no programa eleitoral de TV de Aécio Neves, declarando apoio ao candidato? Tudo mentira! A maioria nem sabia que Aécio está usando indevidamente a imagem deles. O programa de Aécio pegou vídeos antigos de artistas nas redes sociais e Youtube, manipulou a fala e colocou como se fosse apoio a ele 


A atriz Leticia Sabatella denunciou, em seu perfil no Facebook, uma propaganda política do ex-governador de Minas Gerais. A publicação causou bastante polêmica e gerou uma série de compartilhamentos. Veja:

‘‘Acabo de assistir, com muita indignação, um vídeo de propaganda política pró candidato Aécio Neves, utilizando imagens de vários atores que haviam sido feitas pra campanha do Gota D’água, contra a realização da Usina de Belo Monte, em defesa das populações e das áreas atingidas, naquela região. Eu quero deixar bem claro, que isto é um roubo, um desrespeito. Eu não vou votar em Aécio Neves! Nenhum daqueles atores deram sua autorização para constar suas imagens e depoimentos, descontextualizados, naquele vídeo de propaganda pró PSDB! Trata-se de uma enorme MENTIRA!  Quem puder , por gentileza, compartilhe. Grata.

Leticia Sabatella’’.

Aécio Neves também  usou imagens das celebridades que aparecem no vídeo, tais como Maitê Proença, Isis Valverde, Juliana Paes e outros.

De acordo com sites de entretenimento O Foco, vários artistas globais estão irritados com o neto de Tancredo Neves. Alguns pretendem até processar Aécio Neves.

Atriz Nathalia Dill, da Globo,  revoltada  por Aécio  ter usado na campanha dele um vídeo, sem autorização da atriz

Mais mico

Uma agência que cuida de celebridades aqui no Brasil, comprou por alguns milhares de dólares  apoio da celebridade americana Lindsay Lohan à campanha de Aécio. Isso mesmo. A artista que já esteve presa várias vezes por porte de drogas e dirigir bebâda

 O site de celebridades americana, TMZ fala sobre Lindsay Lohan escolher Aécio Neves para apoiar: “ele tem um helicóptero cheio de cocaína”

Após Lindsay Lohan ter declarado apoio no Twitter ao Aécio Neves, ontem à tarde, o TMZ foi atrás de polêmica para entender melhor a escolha da atriz de “Meninas Malvadas”.

Segundo o site, Lindsay tem um bom motivo para apoiar o candidato à presidência do PSDB… “porque os contatos brasileiros dela gostam do cara, um cara cuja empresa já possuiu um helicóptero cheio de toneladas de cocaína”.

O TMZ continua o texto escrevendo o seguinte:

“Uma fonte ligada à Lilo conta para o TMZ que ela está apoiando o cara porque “ela tem muitos contatos por lá e tem muitas viagens de negócio para o país. (…) Mas há algo que a os 8,5 milhões de seguidores de Lindsay Lohan precisam saber. Neves possui uma empresa que tem um helicóptero confiscado pela polícia federal… confiscado porque carregava 4.5 toneladas de cocaína”.
O site termina dizendo que “ainda não é claro se Lindsay apoia Neves porque ele é um cara bom ou só porque sabe como dar uma boa festa”. Lindsay Lohan, apagou seu apoio no Twitter
Leia também:Ou o juiz libera os nomes dos tucanos que receberam propina da Petrobras, ou não cita ninguém

Sartori, candidato de Aécio a governador gaúcho, faz piada repugnante e ofensiva aos professores.



O segundo turno no Rio Grande do Sul é disputado entre o governador Tarso Genro (PT) e José Ivo Sartori (PMDB).

Sartori se recusou a assinar compromisso com a classe dos professores para pagar o piso salarial reivindicado.

Questionado sobre o assunto resolveu fazer piada. Comparou o piso salarial dos professores ao piso de material de construção. Ainda disse que o piso de pisar mesmo, aquele da loja de material de construção, era "melhor".

Essa forma de tratar a educação com desrespeito, com desdém, com galhofa é ato falho que reflete a pouca importância que o candidato dá ao setor.

É repugnante ver um candidato a governador desprestigiar tanto assim o magistério. Já existe um desestímulo a muitos jovens quererem ser professores, mesmo vocacionados, pelo descaso de muitos prefeitos e governadores com os salários. Mas pelo menos os professores sempre foram respeitados na sociedade pelo seu papel de educadores. Sartori pisoteou os professores até neste respeito.

Candidato decente, mesmo diante de dificuldades financeiras enfrentadas pelo Estado, tem a dignidade de reconhecer que os salários baixos são um problema crítico e precisa ser resolvido. O próprio Plano Nacional da Educação aprovado pela presidenta Dilma prevê dobrar os salários dos professores nos próximos anos. O Brasil precisa de governadores e prefeitos empenhados com estas causas.

Sartori apoia e é apoiado por Aécio.

Com a palavra o eleitor gaúcho, no dia 26.

A ficha caiu: o povo está com Dilma por mais direitos, mais prosperidade, mais transformações.


Por onde Dilma passa, arrasta multidões. As fotos acima foram em Recife, na terça-feira (21). De tarde, outra multidão acompanhou a presidenta e o presidente Lula em Petrolina e em Goiana.

Na segunda-feira à noite, em São Paulo, em um encontro com intelectuais em um teatro, a rua lotou de gente do lado de fora (video abaixo):


Foi assim também no Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Salvador, etc.

O povo está com Dilma por mais direitos, mais prosperidade, mais transformações. E isso só Dilma representa.

A candidatura tucana é conservadora no sentido econômico e social, de perpetuar as desigualdades extremas, de arrochar a classe média e pobre com desemprego, arrocho nos salários e aposentadorias, falta de estímulos para pequenas empresas surgirem e crescerem. A candidatura de Aécio virou a candidatura dos banqueiros, dos imperialistas de olho gordo no nosso pré-sal, dos que querem ganhar dinheiro fácil no mercado financeiro às custas de meter a mão no bolso do trabalhador e aposentado.

O vídeo da festa da democracia em Recife:

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Procuradoria decide investigar aeroporto de Aécio na fazenda do tio



O Ministério Público Federal em Minas Gerais decidiu abrir investigação para apurar se o candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) cometeu irregularidades ao utilizar recursos públicos para construir um aeroporto numa área desapropriada dentro da fazenda de seu tio-avô em Cláudio, no interior do Estado.

Erguido nas terras de Múcio Guimarães Tolentino, a 6 km do refúgio preferido de Aécio, a Fazenda da Mata, de sua família, o aeródromo custou R$ 14 milhões e foi feito no fim do segundo mandato do tucano no governo mineiro.

O aeroporto, que operava sem homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), tinha uso privado. As chaves do local ficavam em poder dos familiares de Aécio, que precisavam ser consultados para liberar a utilização d a pista.

No começo deste mês o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, arquivou a parte criminal de uma representação do PT contra Aécio pela construção do aeroporto, mas ele determinou que a representação fosse encaminhada ao MPF de Minas Gerais para a avaliação de casos de improbidade administrativa.

A investigação foi aberta no último dia 17 na Procuradoria da República de Divinópolis, a 50 km de Cláudio, para "apurar possível irregularidades na utilização de recursos públicos pelo então governador de Minas, Aécio Ne ves da Cunha, para a construção de um aeródromo em propriedade de seu tio-avô, sr. Múcio Guimarães Tolentino".

Dono do terreno onde o aeroporto foi construído e da fazenda Santa Izabel, ao lado da pista, Múcio é irmão da avó de Aécio, Risoleta Tolentino Neves (1917-2003), que foi casada por 47 anos com Tancredo Neves (1910-1985).

Nos anos 1980, quando Múcio era prefeito de Cláudio e Tancredo o governador de Minas, uma pista de terra foi erguida no mesmo local. O terreno, que deveria ter sido repassado para a prefeitura de Cláudio, nunca saiu do nome do tio-avô do presidenciável.

Anos depois o governo de Aécio abriu licitação e desapropriou o terreno para então construir o aeroporto. Ao escolher uma propriedade do tio para fazer a obra, o governo de Minas abriu caminho para que Múcio, de 88 anos, resolva uma pendência judicial que se arrasta há mais de uma década. Ele é réu numa ação do Ministério Público Estadual que tenta recuperar o dinheiro gasto pelo Estado na construção da pista de terra.

Para garantir o ressarcimento dos cofres públicos em caso de condenação, a Justiça mandou bloquear a área em 2001, o que impede Múcio de vendê-la. Com a desapropriação Múcio ganhou o direito de receber do Estado pelo menos R$ 1 milhão de indenização, mas ele pede valor nove vezes maior.

O tucano alega que a construção do aeroporto já foi alvo de investigação pelo Ministério Público Estadual, que não encontrou nenhuma irregularidade. Essa apuração, contudo, não levou em conta que a obra foi feita numa área desapropriada pelo Estado na terra de um parente do então governador.

Em julho, logo depois da publicação de reportagem pela “Folha de S.Paulo” que denunciou a situação, a Promotoria estadual decidiu apurar novamente a construção do aeroporto de Cláudio.Na Folha

Auxiliar de Youssef afirma que doleiro ‘trabalhava para o PSDB’


Interrogado pela Polícia Federal, Leonardo Meirelles afirma que Alberto Yousseff tinha relações com ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra

E na Folha: Auxiliar de doleiro cita propina para mais tucanos no caso Petrobras
No jornal Folha de São Paulo, a informação é que muitos outros deputados e senadores do PSDB receberam propina da Petrobras e do doleiro Youssef. No entanto, o juiz Sérgio Moro, impede que os nomes sejam divulgado   por terem tem foro privilegiado. Ou seja: O sistema de foro privilegiado, ou seja, ações penais contra determinadas autoridades tramitam nos Tribunais e não nos Juízos de primeira instância.

No jornal o Estado de São Paulo

Fausto Macedo e Ricardo Brandt
O Estado de São Paulo

Leonardo Meirelles, suposto laranja de Alberto Youssef nas indústrias de medicamentos Labogen, disse à Justiça Federal nesta segunda feira, 20, que o doleiro “trabalhava para o PSDB, com o senador Sérgio Guerra”.

Meirelles foi interrogado como réu em uma das ações penais da Operação Lava Jato – investigação sobre esquema de lavagem de dinheiro que pode ter alcançado R$ 10 bilhões.

O nome de Sérgio Guerra – morto em março de 2014, vítima de câncer – surgiu pela primeira vez na Lava Jato na delação premiada do ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa. Segundo Costa, em 2009, o então senador e presidente nacional do PSDB o procurou para pedir propina  R$ 10 milhões em troca do esvaziamento da CPI da Petrobrás, no Senado, aberta em julho daquele ano. Guerra integrava o bloco de oposição na CPI.

Nesta segunda feira, 20, o nome de Sérgio Guerra foi citado pela segunda vez na Lava Jato, agora por Leonardo Meirelles, que a Polícia Federal aponta como laranja do doleiro Youssef no Labogen – que estava negociando um contrato com o Ministério da Saúde.

Meirelles falou espontaneamente sobre o PSDB e sobre Guerra. Ninguém lhe perguntou, na audiência realizada na Justiça Federal em Curitiba, sobre o partido ou sobre o ex-senador. Ao falar sobre o doleiro, Meirelles associou Youssef o PSDB e à Guerra.

E mais manchete no Estadão

Revista Veja inclui Aécio entre os piores senadores do Brasil.

http://veja.abril.com.br/multimidia/infograficos/os-melhores-senadores-e-deputados-em-2013
A revista Veja não tem a menor credibilidade para nós, mas é idolatrada pelos demotucanos.

Então não deixa de ser curioso que o senador Aécio Neves (PSDB) esteja entre os piores senadores do Brasil na avaliação da própria revista.

No ranking de 2013 feito pela revista, Aécio é considerado pior senador do que seu amigo Zezé Perrella, José Sarney, Fernando Collor, Renan Calheiros.

Com notas variando de zero a dez, Aécio recebe 3,8. Dos 75 senadores avaliados, 57 estão n frente do Aécio.

Após declaração sem vergonha sobre falta d'água, Aécio perde votos em São Paulo



Na reta de chegada destas eleições a presidenta Dilma incluiu em horário eleitoral na TV críticas ao jeito tucano de governar, que agravou a situação de falta d'água em São Paulo.

Os tucanos fizeram uma gestão na Sabesp (empresa de águas controlada pelo governo paulista) cortando investimentos, sabidamente necessários há 10 anos, e dando privilégios ao mercado financeiro, distribuindo lucros acima do limite da ganância. O mesmo modelo de governo de privilégios pró-mercado que Aécio propõe.

Aécio resolveu atacar Dilma com argumentos que nem os jornalões demotucanos endossam. Quis jogar a culpa no governo federal.

Só conseguiu irritar o cidadão paulista que paga sua conta de água todo mês, inclusive paga um consumo mínimo (mesmo quando viaja de férias e gasta zero de água, paga como se tivesse consumido um mínimo).

Esse cidadão esperava que a Sabesp fizesse bom uso da tarifa e garantisse o abastecimento, planejando a expansão do sistema, investindo na modernização da rede para não perder entre 30 e 40% com os vazamentos em tubulações antigas que precisavam ser trocadas. Nada disso foi feito como precisava, e os tucanos preferiram distribuir o dinheiro aos acionistas na forma de dividendos acima do necessário.

O cidadão paulista, viu nas declarações de Aécio, tratar o problema com galhofa, com malandragem, com mentira, com falta de vergonha na cara para assumir responsabilidade.

Afinal, errar não é bom, mas admitir erro pelo menos é uma virtude. Agora saber que errou, não admitir erro, e ainda querer transferir erros para quem não tem nada a ver com isso, aí já é enganação.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Datafolha ajusta números para derrota de Aécio: Dilma 52% x 48% Aécio

Não dá para acreditar em pesquisa nem quando Dilma está na frente, e a diferença está pequena em todas as pesquisas.

A disputa da verdade de Dilma contra a mentira dos tucanos tem que ser palmo a palmo até domingo, sem vacilar nem por 1 minuto.

Mas não deixa de ser curioso todas as pesquisas divulgadas hoje darem Dilma na frente.

Datafolha:

Votos válidos:

Dilma: 52% x 48% Aécio

ou

Dilma: 46%
Aécio: 43%
Não sabem: 6%
Nulos: 5%

Vox:

Votos válidos:

Dilma: 52% x 48% Aécio

ou

Dilma: 46%
Aécio: 43%
Não sabem: 5%
Nulos: 5%

MDA/CNT:

Votos válidos:

Dilma: 50,5% x 49,5% Aécio

ou

Dilma: 45,5
Aécio: 44,5

Dilma desmascara Aécio e conta: “Alckmin me disse que não queria fazer obras emergenciais”



A presidente Dilma Rousseff (PT) repudiou nesta segunda-feira (20) tentativa do candidato Aécio Neves  responsabilizar o governo federal pela falta de água no Estado de São Paulo.

"Qualquer tentativa de transmitir responsabilidade para o governo federal nós olharemos com grande estranheza. Não acredito que as estruturas do governo do Estado podem atribuir a nós qualquer responsabilidade ou qualquer omissão na ajuda. Nós ajudamos em todas as circunstâncias", afirmou a presidente em entrevista coletiva concedida a jornalista na capital paulista.

Em evento em Caeté (MG) nesta segunda, o presidenciável Aécio Neves (PSDB) afirmou que "talvez tenha faltado" maior atuação federal no caso e fez críticas à ANA (Agência Nacional de Águas).
 "Meu governo não vai terceirizar responsabilidades, vai assumir as suas e agir em parceria. Serei parceiro do Alckmin para enfrentar essas e outras questões", criticou o tucano.

"Eu não vou explorar de forma eleitoreira no seguinte aspecto: eu não ia falar sobre a questão da água. Até agora não falei. Podia ter falado. Lamento, já que trataram desse jeito, porque é lamentável a questão da água aqui", disse.

REUNIÃO COM ALCKMIN

Dilma relatou que recebeu avaliações sobre os efeitos da seca em São Paulo em fevereiro deste ano e que, em março, recebeu Alckmin em uma audiência no Palácio do Planalto para discutir a questão.

"Quero registrar que o governador sempre tratou essa questão em alto nível", pontuou.

"Eu disse pro governador: 'Pela minha experiência, o senhor deveria fazer obras emergenciais porque tudo indica que esta seca se prolongará e vocês não tem capacidade de abastecimento de água suficiente'", contou a petista.

Segundo a presidente, na reunião, Alckmin disse que não queria fazer obras emergenciais, mas que gostaria que São Paulo fosse enquadrada em RDC (Regime Diferenciado de Contratação), tendo em vista negociações com o Estado do Rio de Janeiro para a transposição de água do rio Paraíba do Sul.

"Disse a ele que o governo federal, dentro de suas atribuições, poderia ajudá-lo sempre que fosse o caso. Por exemplo, ajudando no financiamento", disse Dilma.

A presidente afirmou que, recentemente, foi procurada pelas empresas envolvidas na construção do sistema São Lourenço -obra do governo estadual para abastecer a região metropolitana de São Paulo-e que elas lhe pediram um financiamento de R$ 1,83 bilhões a juros subsidiados. Segundo Dilma, o dinheiro "será liberado ainda essa semana, talvez amanhã".

O contrato para a PPP (Parceria Público Privada) do sistema São Lourenço foi fechado com o governo estadual em agosto deste ano. A obra foi orçada em R$ 2,21 bilhões, valor que será bancado integralmente pela empresa vencedora da licitação, uma parceria da Andrade Gutierrez e Camargo Correa. O sistema pretende ampliar a capacidade de água tratada para a Região Metropolitana de São Paulo em 7% até 2018.

"O que a nós foi pedido, nós fizemos", afirmou.

A presidente comparou a situação hídrica do Estado com a que resultou em um racionamento de energia elétrica em 2001, no governo de Fernando Henrique Cardoso.

"Eu concordo que essa seca é mais intensa que a de 2001 e a de 2002, quando houve um ano de racionamento. Se a situação nossa [de geração de energia elétrica] hoje fosse similar àquela época, teria um racionamento 'brabo'. Por que não houve? Porque nós passamos a planejar o crescimento e o investimento no setor elétrico", disse Dilma.


Aécio mente e engana os brasileiros ao culpar Dilma por falta de água em São Paulo


Estado é governado pelo PSDB há 24 anos

O governador de São Paulo  Geraldo Alckmin(PSDB), sabia há anos atrás. que os paulistanos poderiam ficar sem água. Estão. Vários alertas foram dados, mas o governador  escondeu de todos, só está deixando os jornais publicarem agora, depois de ter sido reeleito.A imprensa que apoia Aécio e o  governador tucano, são os culpados pela falta de água em SP. Dilma, não

Mas o candidato candidato Aécio Neves (PSDB),sem nenhuma responsabilidade com a verdade e aproveitando-se da eleição, quer votos na base da mentira. Aécio, já encontrou culpado para o descaso  do governador tucano Geraldo Alckmin com os paulistanos:Dilma.

 Na imprensa e nas Redes Sociais, o candidato encontrou um jeito de enganar  desavisados sobre a seca em São Paulo.Culpa a presidente Dilma, num estado governado há 24 anos pelo PSDB.

 Para Aécio, "falta de parceria entre governo e União agravou crise da água em SP" . A  afirma~]ao é patética e demagógica.  E mais, quando o candidato   Aécio Neves, usar  esse tipo de discurso mentiroso, ele está apostando que todos  somos burros e vamos acreditar em mais uma mentira que ele conta. Esse é jeito do PSDB de governar.  Sempre jogando a culpa da  incompetência absoluta, para os outros, Nunca assumem nada.


Convido vocês para ler a entrevista  que a da relatora das Nações Unidas para a questão da água, a portuguesa Catarina de Albuquerque, 44,  deu no mês de agosto em que afirma que a grave crise hídrica em São Paulo é de responsabilidade do governo do Estado. "E não sou a única a achar isso."

Ela visitou o Brasil em dezembro de 2013, a convite do governo federal.

De volta ao país, ela falou com a Folha na semana passada em Campinas, após participar de um debate sobre a crise da água em São Paulo

A gestão Geraldo Alckmin (PSDB) nega que faltem investimentos e atribui a crise à falta de chuvas nos últimos meses, que classifica como "excepcional" e "inimaginável".

A seguir, trechos da entrevista à Folha.

No caso de São Paulo, acha que faltou ao governo do Estado adotar medidas e fazer os investimentos necessários?

Acho que sim, e não sou a única. Já falei com vários especialistas aqui no Brasil que dizem exatamente isso. Admito que uma parte da gravidade poderia não ser previsível, mas a seca, em si, era. Tinha de ter combatido as perdas de água. É inconcebível que estejam quase em 40% [média do país].

Os lucros da Sabesp hoje são distribuídos aos acionistas. Como a senhora avalia isso diante da crise hídrica?

A legislação brasileira determina que uma empresa pública distribua parte do lucro aos acionistas. Mas uma coisa é uma empresa pública que faz parafusos, outra é uma que fornece água, que é um direito humano. As regras deveriam ser diferentes.

O marco normativo dos direitos humanos determina que sejam investidos todos os recursos disponíveis na realização do direito.

No caso de a empresa pública prestar um serviço que equivale a um direito humano, deveria haver maior limitação na distribuição dos lucros aos acionistas.

Em São Paulo, pela perspectiva dos direitos humanos, os recursos deveriam estar sendo investidos para garantir a sustentabilidade do sistema e o acesso de todos a esse direito.

A partir do momento em que parte desses recursos são enviados a acionistas, não estamos cumprindo as normas dos direitos humanos e, potencialmente, estamos face a uma violação desse direito.

Seria o caso de se decretar estado de calamidade pública?

A obrigação é garantir água em quantidade suficiente e de qualidade a todos. Como se chega lá são os governantes que devem saber.

A senhora sobrevoou o sistema Cantareira e disse ter visto muitas piscinas no caminho. O que achou disso?

A situação é grave. Isso foi algo que me saltou à vista.

Quando aterrissei no Egito para uma missão, tendo ciência da falta de água que existe no país, vi nas zonas ricas do Cairo uma série de casas com piscinas e pessoas lavando carros. Quem tem dinheiro e poder não sente falta de água.

O que talvez seja um pouco diferente na situação de São Paulo é que, pela proporção que a crise tomou, ela poderá atingir pessoas que tradicionalmente não sofrem limitação no uso da água -e isso é interessante.

Que efeito isso pode ter?

Pode levar a uma mudança de mentalidade, a uma pressão por parte de formadores de opinião no Estado de São Paulo para que haja melhor planejamento e uma gestão sustentável da água.

Quando os únicos que sofrem com a falta de água são pobres, pessoas que não têm voz na sociedade, as coisas não mudam.

Quando as pessoas que são ameaçadas com a falta de água são as com poder, com dinheiro, com influência, aí as coisas podem mudar, porque eles começam a sentir na pele. Pode ser uma chance para melhorar a situação. As crises são oportunidades.

E ai Aécio?
 

Aécio mente, e até O Globo desmente #QueroDilmaTreze



No debate realizado neste domingo, 19 de outubro, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, falou sobre obras em hidrovias afirmou que:

"As hidrovias anunciadas estão todas elas no papel"

AÉCIO MENTIU

Em um total de 57 empreendimentos entraram no programa federal. Desse total, 16 aparecem como "concluídas" e oito como "em obras". Entre elas, está a hidrovia Tietê- SP.

AÉCIO MENTIU, DE NOVO


Dilma falou a verdade
DILMA FALOU A VERDADE

Até o Globo mostra que Dilma falou a verdade #QueroDilmaTreze



Dilma e TCE-MG

No debate realizado neste domingo, 19 de outubro, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, leu uma frase que ela atribuiu a um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais:

"Conselheiro do TCE diz que 'é duro engolir que vacina para cavalo seja contabilizada como despesa com Saúde'"


VERDADE

De acordo com relatório do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais o conselheiro Sylo Costa, em reunião de conselheiros que analisou a distribuição de recursos para a saúde em Minas Gerais, realmente afirmou que: "Tenho de confessar que é duro engolir que vacina para cavalo seja contabilizada como despesa com Saúde. Entendo que despesa com Saúde tem de ser aquilo que é gasto com o SUS – Sistema Único de Saúde".

Na imprensa, Aécio fala em trégua. Com os marqueteiros, combina se passar de vítima e atacar Dilma

Um homem que quer se passar de vítima de uma mulher, isso dá votos? Se desse a Marina tinha ganho a eleição. Mas é essa a estratégia de Aécio de  se colocar como vítima dos petistas e de Dilma que está sendo e vai continuar ser  explorada, mas não é vista pelos tucanos como algo suficiente para aplacar ofensiva rival. Marina está dando aulas para o tucano
 Diante da constatação de que a campanha de Dilma Rousseff está focada em ampliar os índices de rejeição de Aécio Neves, os tucanos tentarão nos últimos dias da disputa empurrar para a presidente o ônus de ter baixado o nível nos debates e na propaganda eleitoral. Ao mesmo tempo, reforçarão o discurso de que o candidato tucano e seus familiares são vítimas de ataques pessoais sem fundamento. Ontem, areclusa Andréa Neves, irmã  de Aécio, procurou seus aliados, a imprensa, e  deu até entrevista para a Folha criticar o "baixo nível" dos petistas. Mas não disse que Aécio chama a presidente Dilma de mentirosa e leviana

O PSDB avalia, porém, que não adianta apenas adotar a estratégia de vitimização,bastante usa da por Marina Silva (PSB) no 1.° turno.

Apesar dos constantes apelos por trégua nos ataques feito por Aécio nos debates de TV, a ordem no comitê é "bateu, levou". "Tudo depende de como a presidente vai vir nesta reta final. Se ela insistir nas agressões, terá uma resposta à altura", diz o senador José Agripino (DEM-RN), coordenador geral da campanha.

Apesar da preocupação com o desgaste do embate frontal com Dilma, que pode empurrar votos antipetistas para o campo "nulo", o estafe do tucano está reunindo munição para a batalha.

A irmã de Aécio, aquela que cuidava das verbas públicas para as rádios de Aécio, fica em silêncio quando Aécio combina com seus pares de bater forte em  Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, ex-marido da presidente,  e afirmar que ele foi funcionário comissionado da prefeitura de Belo Horizonte na gestão de Fernando Pimentel, que também empregou Igor Rousseff, irmão de Dilma. As críticas mais incisivas serão feitas pelo rádio, onde há menos exposição da coligação. Já a TV será usada para os ataques institucionais - ou seja, críticas à gestão. Na TV, os tucanos vão se passar bom bons

A campanha tucana também se prepara para rebater os disparos feitos pelo PT sobre a crise hídrica em São Paulo, onde o PSDB aposta em ampliar para 7 milhões a vantagem de Aécio sobre Dilma. O discurso começa com:"Nunca houve na história deste País uma estiagem como essa. O setor elétrico também está sofrendo com a falta de água", diz o ex-governador Alberto Goldman, coordenador da campanha em São Paulo. "Nós já sabíamos que eles fariam isso  vamos atacar  ao máximo nos últimos dias." Aécio já está insinuando que a falta de água em São Paulo é culpa da Dilma

Nas viagens, Aécio jogará suas fichas no Sudeste, especialmente em Minas, berço político do candidato e onde ele perdeu por cerca de 400 mil votos no 1.° turno, e no Rio, onde o tucano buscará os votos  que foram da hoje aliada Marina.

As únicas agendas de Aécio fora do eixo do Sudeste serão uma visita a Belém hoje, depois de sair de Minas, e Goiânia e Campo Grande, na quarta. Nas três cidades, será recebido por aliados em grandes manifestações públicas. Os tucanos também consideram que o debate da Rede Globo na sexta-feira pode decidir a eleição. Por isso, Aécio vai dedicar boa parte de sua agenda para se preparar para o embate com Dilma na emissora

Aécio perde batalha da verdade



Insistência do tucano em chamar de "mentiras" fatos incontestáveis derrete sua própria credibilidade
Aécio e  o desvio do dinheiro da saúde para compra de vacinas para cavalo
A frase atribuída ao nazista Joseph Goebbels -uma mentira repetida mil vezes se transforma em verdade- tem sido a resposta preferida do candidato Aécio Neves e sua equipe diante de críticas. O problema é quando a verdade, repetida mil vezes, continua sendo verdade, sem contraponto ou contraditório capaz de desmenti-la.

O candidato tucano construiu uma pista de pouso em propriedade familiar. A chave da mordomia ficava na mão de parentes, os quais, aliás, ele empregou aos montes. Tudo documentado. Nenhum estudo, mesmo fabricado às pressas, provou a necessidade da obra. Isso não é uma questão íntima. É dinheiro público queimado para fins pessoais. Existe uma ação em curso, por improbidade administrativa. É um fato, não depoimento selecionado de delação desesperada, desculpe, premiada.

O governo de Minas destinou uma gorda fatia de publicidade para empresas de telecomunicações dos Neves. Nem o candidato nega. É deselegante perguntar como o rapaz lida quando se encontram o público e o privado? Cabe aos brasileiros descobrir o montante, pois envolve gente disputando a Presidência. "Não registramos quanto foi gasto", respondem o tucano e seu staff.

Documentos do Tribunal de Contas de Minas Gerais apontavam suspeitas de irregularidades no governo do atual senador. A capivara foi citada durante um dos debates. Horas depois, a papelada desapareceu do site oficial do tribunal, uma instância pública (!). Tomou Doril. Sumiu. E nada se faz a respeito.

O drible no bafômetro e outros momentos pouco edificantes da rotina noturna do senador estão fartamente documentados na internet e imprensa escrita. Não são montagem, assim como não é falso o stand-up daquele artista de fim de noite que relacionou Maradona e Aécio quanto ao consumo de drogas. Hoje o mesmo personagem posa de aecista desde criancinha. Mas nunca desmentiu a performance.

Balela a história de que trazer a público tudo isso é baixaria etc, etc. Isso é falta de argumento de quem não tem resposta.

Pense bem: quantas vezes já não deparamos com indivíduos brilhantes (o que não é propriamente o caso...), mas com uma trajetória errática, que seríamos incapazes de indicar para uma função, mesmo menor, numa empresa? Não há nisso preconceito nenhum; somente o desejo de saber qual é a pessoa certa para o lugar certo.

"Ah, mas e os programas, as propostas?", indagam os puritanos habituais. Bem, todos conhecem o que pensam tanto Dilma quanto Aécio e seu braço direito, Armínio Fraga.

A primeira pelo que ela e seu partido fizeram nos últimos tempos no Planalto. Aécio, pelo que ele e sua equipe revelam em entrevistas e jantares. Coisas como corte de gastos sociais, esvaziamento de bancos públicos, encolhimento de salários, facão nas empresas, tarifaço, mudança nas leis trabalhistas e por aí vai. As tais medidas impopulares. Para ele, sem isto o Brasil vai piorar. Acredite quem quiser.

Com a campanha perto do fim, supostas regras de etiqueta surgem para esconder o essencial. Cortina de fumaça. Estão em jogo a vida e o futuro de milhões de pessoas. Elas têm todo o direito de conhecer quem pretende ocupar o cargo mais alto da República.

Pesquisas são só pesquisas. A depender delas, o PT não teria ganho no primeiro turno na Bahia e em Minas Gerais, Aécio não teria os votos obtidos em São Paulo, e o PMDB estaria fora do segundo turno no Rio Grande do Sul.

A questão não é satanizar institutos. É dar aos seus levantamentos o peso que merecem. Mais do que nunca, o primeiro turno mostrou que a palavra final é do eleitor, não de pesquisados. Da mesma forma que é patética a tática de carimbar como mentiras verdades inapagáveis, registradas em vídeo, áudio e folhas de papel.
Por Ricardo Melo - Colunista da Folha