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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Aécio, com medo das ruas, busca tapetão. Agripino fala em ser bombeiro das empreiteiras.


Crise alimentada pela oposição pode se voltar também contra ela

Aécio evita as ruas e busca ‘tapetão’. Agripino fala em ser “bombeiro” de empreiteiras. E parlamentares que sonham com eleição a prefeito temem ser vistos como políticos que nada propõem além da intriga 
 A parte do tucanato liderada pelo presidente do PSDB, senador Aécio Neves, sonha liderar o enfrentamento ao governo, mas seus integrantes reclamam que quando são reconhecidos em ambientes populares acabam sendo recebidos com gritos de “ladrão” e outros palavrões. Apesar dos esforços da imprensa em direcionar o noticiário contra o PT, a maioria da população...Continue lendo aqui

Globo dá vexame na Casa Branca e leva chinelada de Obama.


A repórter Sandra Coutinho, da GloboNews, foi questionada pelo presidente dos EUA, Barack Obama, durante coletiva de imprensa concedida por ele e pela presidenta Dilma Rousseff, nesta terça-feira (30/06), na Casa Branca. 

Sandra Coutinho tinha feito uma pergunta maldosa a Dilma: “O Brasil se vê como um ator global e liderança no cenário mundial, mas os EUA nos veem como uma potência regional. Como você concilia essas duas visões?.”

 Obama interveio, pediu licença para responder à pergunta feita a Dilma, e disse à repórter brasileira:“Responderei em parte a pergunta que você acabou de fazer à presidenta. Nós consideramos o Brasil como uma potência mundial, e não como uma potência regional, como você disse
O vexame da jornalista da Globo começa no minuto 23.

Que vexame passou a GloboNews na coletiva de imprensa dada pela presidenta Dilma e pelo presidente Obama, após o encontro para assinatura de acordos na Casa Branca.

A jornalista Sandra Coutinho, da GloboNews, já começou fazendo uma piada depreciativa sobre a desclassificação da seleção brasileira na Copa América, mas isso passa.

O vexame veio depois. Fez duas perguntas, uma a cada presidente. Mas as perguntas foram de quem tem complexo de barata.

Perguntou para Obama: "O senhor falou de uma nova relação baseada na confiança e a presidenta Dilma mencionou que quando cancelou a viagem anterior era por uma questão de confiança [referindo-se a espionagem denunciada por Edward Snowden na pergunta anterior]. E o Brasil também está no meio de uma crise política e econômica muito profunda. O senhor pode confiar neste momento em construir este novo capítulo?"

[Observe que a repórter tentou induzir Obama a falar em desconfiança da economia e do governo brasileiro].

Perguntou para Dilma: "Presidenta, o Brasil se vê como um líder global no cenário mundial, e os Estados Unidos vêem o Brasil como um líder regional. Como conciliar essas duas visões?"

Obama respondeu "nocauteando" Sandra Coutinho:

"Bem, eu vou responder em parte a questão que você só perguntou para a presidenta. Vemos o Brasil não como uma potência regional, mas como uma potência global. Se você pensar sobre o fórum econômico proeminente para a coordenação entre as principais economias - o G20 - Brasil é um grande voz nisso. As negociações que vão ter lugar em Paris em torno das alterações climáticas só pode ter sucesso com o Brasil como um líder-chave . E os anúncios que foram feitos hoje sobre os seus objectivos em matéria de energia renovável é indicativo da liderança do Brasil. O Brasil é um importante player global."

- Vemos o Brasil não como um poder regional, mas como potência global (...) O Brasil é um grande player global - afirmou o presidente Barack Obama. - Reconhecemos que não podemos fazer sozinhos. Se quisermos ser bemsucedidos em saúde global, mudança climática, combate ao terrorismo, redução da extrema pobreza, consideramos o Brasil um parceiro absolutamente indispensável nesses esforços. 

E continuou falando sobre outros temas em que o Brasil tem exercido papel fundamental no cenário global como combate à pobreza e à fome, cooperação em saúde, esforços pela paz.

Depois prosseguiu na resposta sobre confiança:

"Com relação à confiança, eu digo que a presidenta Dilma Rousseff e eu tivemos um excelente relacionamento desde que ela assumiu o cargo. Eu confio nela completamente . Ela sempre foi muito sincera e franca comigo sobre o interesse do povo brasileiro e como podemos trabalhar juntos. Ela cumpre compromissos. Quando nos conhecemos no Panamá discutimos, por exemplo, os acordos de cooperação de defesa que acabamos de mencionar. Ela conseguiu aprovar no Congresso. Como alguém que conhece algo sobre Congressos, eu sei que nunca é fácil. Então, para ela usar capital político a fim de obter esse feito eu acho que é indicativo do tipo de parceiro confiável que ela é.

E por isso acreditamos que esta reunião que tivemos esta semana baseia-se em uma série de passos que continuaram a aprofundar a cooperação entre os nossos dois países. Há e ainda vai haver diferenças ocasionalmente , mas isso ocorre com cada um de nossos amigos e aliados. Nenhum país vai ter interesses idênticos. Existirão sempre alguns atritos . Mas os nossos valores comuns, as fortes relações pessoa- a-pessoa de que dispomos , o fato de que somos os maiores países do hemisfério com histórias semelhantes - Eu acho que tudo isso significa que devemos ser parceiros muito fortes para os próximos anos
".

A jornalista da Globo saiu da coletiva igual a uma barata cascuda depois da chinelada.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Projeto de José Serra (PSDB) que promete entregar o PréSal começou em 2010


Segundo telegrama do WikiLeaks, Serra prometeu alterar regras caso vencesse..a eleição de 2010. Não venceu,mas como senador, esta tentando cumprir a promessa de  doar a Petrobras para os americanos
 Com uma hora e 20 minutos de atraso, o plenário do Senado iniciou nesta terça-feira, 30, uma sessão temática para discutir o projeto de lei do Senado, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), sobre a participação da Petrobras na exploração do pré-sal. O projeto de Serra acaba com a obrigação de a Petrobras ser operadora única e de ter participação mínima de 30% na exploração do pré-sal.

O principal motivo da demora do encontro foi que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e outros senadores participaram na manhã de hoje de um café da manhã com o ex-presidente Lula

Para debater o tema, foram convidados, entre outras personalidades, o ex-presidente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Haroldo Lima; o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, Jorge Marques de Toledo Camargo; o secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins Almeida; e o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires.

Quem é Adriano Pires

A ANP,  quando  era chefiada por David Zylbersztajn, genro de Fernando Henrique Cardoso, tinha em sua álta cúpula o senhor Adriano Pires, hoje o bam-bam-bam das Organizações Globo e do Instituto Milenium para assuntos de petróleo. Na eleição presidencia do ano passado, o candidato derrotado,, Aécio Neves (PSDB), convidou Adriano Pires, ex-superintendente da ANP para coordenar seu programa de energia

Haroldo Lima, ex-ANP, é agora ‘consultor’ da HRT

 Diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) por oito anos, Haroldo Lima agora é consultor da petroleira HRT, fundada em 2008 por ex-funcionários da Petrobrás. A empresa foi habilitada pela agência para participar do 11º leilão de petróleo em 2013

A HRT tem 19,7% de participação de estrangeiros em seu capital social. Em julho de 2011, a empresa vendeu 45% de 21 blocos no rio Solimões para a anglo-russa TNK-BP. O contrato entre HRT e TNK prevê a opção de a segunda – na qual a British Petroleum possui 50% de participação - poder aumentar em 10% sua participação, ou seja, alcançaria 55% nos blocos na Amazônia.
 A proposta é o segundo item da pauta de votações do plenário do Senado na terça-feira à tarde. Antes disso, no entanto, os senadores têm que apreciar a Medida Provisória 670, que já passou pela Câmara, e concede reajuste escalonado por faixas da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física.

Ciente que não tem votos para barrar a iniciativa de Serra, o Palácio do Planalto,  decidiu apoiar a proposta alternativa do líder do governo no Senado e ex-diretor da Petrobras, Delcídio Amaral (PT-MS), para que ao menos a estatal tenha preferência nos leilões do pré-sal.

Em 2010, quando José Serra foi candidato a presidência, a Folha publicou:

WIKILEAKS OS PAPÉIS BRASILEIROS

Petroleiras foram contra novas regras para pré-sal

Segundo telegrama do WikiLeaks, Serra prometeu alterar regras caso vencesse

Assessor do tucano na campanha confirma que candidato era contrário à mudança do marco regulatório do petróleo

MP culpa Beto Richa e Francischini por repressão a professores grevistas


Para promotores, tucano é responsável por ação da PM contra professores
O Ministério Público do Paraná ( MP- PR) propôs à Justiça ontem uma ação civil pública contra o governador do Paraná, Beto Richa ( PSDB), por atos de improbidade administrativa. O requerimento é por conta das mais de 200 pessoas que ficaram feridas no dia 29 de abril, no Centro Cívico de Curitiba. Na ocasião, houve confronto entre a Polícia Militar e professores, que estavam em greve e protestavam em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). O MP apontou Richa e outras quatro pessoas como responsáveis pela violenta operação policial.

Além do governador, foram requeridos na ação pública o ex- secretário de Segurança Fernando Francischini, o excomandante da PM César Vinícius Kogut, o ex-subcomandante da PM Nerino Mariano de Brito e o tenente-coronel da PM Hudson Leôncio Teixeira.

Para o MP, houve excesso de força e ainda gastos indevidos.

A Procuradoria-Geral do Estado ( PGE) informou, por meio de nota, que "lamenta o comportamento da comissão nomeada pelo Ministério Público para investigar os fatos ocorridos em 29 de abril no Centro Cívico, que não permitiu ao Estado ter acesso aos autos da investigação".

Meios e fins


Não havia necessidade de que a divulgação da delação de Pessoa coincidisse com a visita de Dilma aos EUA

Mais um esmero indicativo do estilo e de propósitos inexplícitos da Lava Jato: a divulgação da populosa lista de acusados pelo superdelator Ricardo Pessoa deu-se precisamente no dia, a sexta passada, em que a presidente da República viajava para o encontro com o presidente dos Estados Unidos. Também prevista a presença, em sua comitiva, de ministros citados pelo empreiteiro.

As citações não foram expelidas por Ricardo Pessoa nas vésperas da divulgação. Saíram em interrogatórios numerosos e que vêm de longe, como provam já antigas acusações, divulgações e insinuações. Assim se evidenciaram tanto a reunião de citações que avolumaram, quanto a lista e o propósito de uma divulgação determinada, o que não foi feito com qualquer dos superdelatores precedentes.

Mesmo que houvesse algum exótico motivo para a edição das obras completas de Ricardo Pessoa, não houve sinal algum da necessidade de que isso, apesar do infeliz acaso, coincidisse com a visita oficial de Dilma aos Estados Unidos. Os efeitos políticos internos seriam pouco diferentes se protelada a divulgação por uns poucos dias, mas os efeitos externos e, em particular, nos Estados Unidos, não --como sabe todo procurador da República e todo juiz.

Bem, não é novidade que a Lava Jato tem peculiaridades. Outra delas, também reiterada nestes dias: a contradição entre a torrente de vazamentos e a permanente ausência da informação essencial em cada jato.

A recente prisão de Marcelo Odebrecht contém uma interrogação que vem intacta desde o primeiro momento. A prisão deveu-se, para explicação pública, à necessidade de evitar possível fuga do presidente da Odebrecht e, a seu mando, a destruição de provas e pressões sobre terceiros ou vigésimos. Mas a explicação precisava ser outra: nos já 15 meses de duração da Lava Jato, o que não faltou a Marcelo Odebrecht foi tempo para destruir provas e meios para fugir --por que só faria agora? A súbita preocupação que acometeu a Lava Jato não explica sua despreocupação de 15 meses. Nem a explicação atual no caso Odebrecht responde ao essencial.

Há mais do que o dito e o não dito em torno da Odebrecht. Parece mesmo que o simples nome Odebrecht já causa reações especiais. A ponto de uma publicidade explicativa da empresa, como fizeram outras empreiteiras, receber resposta especial e escrita do juiz da Lava Jato, honra negada às demais.

Resposta que mereceu comentários respeitáveis e elegantes da advogada da empresa, Dora Cavalcanti, com a compreensível estranheza de que o juiz Sergio Moro chegasse a considerar que o ideal seria a interrupção de todos os contratos e atividades da Odebrecht. O que, lembrou Dora Cavalcanti, além de não permitido por lei, lhe sugere ser talvez necessário, com apoio em princípios dos direitos humanos, recorrer à Corte Internacional.

Daí uma nota dos procuradores em que atribuem à advogada a sugestão de que a polícia, o Ministério Público, até o Supremo Tribunal Federal estejam "mancomunados para violar direitos humanos", sugestão que seria um sinal de desespero.

Suponho não ser anormal o desespero de um advogado de defesa. Mas, no caso, não é a advogada que o demonstra. A atribuição que lhe foi feita é excessivamente exorbitante e maldosa. Das tais que a Lava Jato não tem o direito legal e ético de fazer: é tempo de entender que os seus poderes não são absolutos.

Por Janio de Freitas - Na Folha

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Dilma: Aprendi na escola a não gostar de Joaquim Silvério dos Reis




Eu não respeito delator, até porque estive presa na ditadura militar e sei o que é. Tentaram me transformar numa delatora. A ditadura fazia isso com as pessoas presas, e garanto para vocês que resisti bravamente. Até, em alguns momentos, fui mal interpretada quando disse que, em tortura, a gente tem que resistir, porque se não você entrega seus presos.”..(Presidente Dilma em New York)
Dilma disse que aprendeu na escola a não gostar de Joaquim Silvério dos Reis, o delator da Inconfidência Mineira (primeira tentativa de emancipação do Brasil de Portugal).

Em 2008, quando ainda era ministra da Casa Civil no segundo governo Lula, Dilma afirmou, em depoimento no Senado, sentir orgulho de ter mentido sob tortura no período em que ficou presa pela ditadura porque "qualquer pessoa que ousar dizer a verdade para interrogador compromete a vida dos seus iguais".

Dilma falou a imprensa

A presidente Dilma  negou nesta segunda-feira qualquer irregularidade em sua campanha eleitoral e disse não respeitar delatores, depois que a imprensa divulgou que o dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, teria afirmado em sua delação premiada, no âmbito da operação Lava Jato, que deu dinheiro à campanha da petista.

Marieta Severa deixa Faustão com a cara no chão em programa ao vivo na Globo


"País caminhou muito. Tem uma coisa importante: a inclusão social, a luta contra a desigualdade"

Em participação no ‘Domingão do Faustão’,na TV Globo, neste domingo (28/6)a atriz Marieta Severo surpreendeu ao discordar ao vivo do apresentador. Em meio a uma homenagem, Faustão disse “sermos o país da desesperança”. A atriz disparou: "O país caminhou muito. Pra mim, tem uma coisa muito importante: a inclusão social, a luta contra a desigualdade. A gente teve muito isso nos últimos anos. Estamos numa crise, mas vamos sair dela".

Recentemente, Marieta, também se posicionou contra a redução da maioridade penal em entrevista ao Jornal O Globo e se confessou chocada com o que chamou de retrocesso nas conquistas de sua geração: “Sou contra a redução da maioridade penal e contra muita coisa que está em evidência e que, para a minha geração, é chocante. Eu sou da década de 1960, do feminismo, da liberdade sexual, das igualdades todas”. Veja o vídeo

Aloysio Nunes não declarou ao TRE os 500 mil de doação da UTC que ele diz que recebeu


Doação da UTC que senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) diz ser legal não consta do site do TSE

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Aécio defendeu o ex-candidato a vice em sua chapa, e agora senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), disse que a doação de R$ 300 mil reais que Ricardo Pessoa, dono da UTC,  que deu para Aloysio,  foi para dar "alforria" a empreiteiros
O tucano Aloysio Nunes, também confirmou a delação de Ricardo Pessoa, afirmando que realmente recebeu, mas que ao contrário dos petistas, a doação dele era legitima e declarada ao TRE.Pois bem. O jornal do Brasil, foi conferir se a conversa de Aloysio era verdadeira e descobriu que não existe  nenhuma  doação declarada. Veja o texto

Estranha a doação ao senador Aloysio Nunes (PSDB), que foi vice de Aécio Neves na campanha eleitoral para a Presidência, feita pela UTC. Aloysio declara que a relação dele com a UTC é de amizade, e não de relações que permitissem qualquer pedido para proteger empreiteiros na Lava Jato.

De acordo com a reportagem da Veja, Aloysio recebeu  oficialmente R$ 300 mil, e outros R$ 200 mil em dinheiro vivo, segundo delação premiada de Ricardo Pessoa, da UTC. Aloysio confirma a doação "efetiva e legalmente arrecadada" de R$ 200 mil para a campanha ao Senado em 2010.

Este mesmo senador, que também foi vice de Orestes Quércia, não deve também ter participado nem tomado conhecimento, como vice, das várias denúncias feitas contra o governador Orestes Quércia, na época ligado a empreiteiras em construção de um prédio do governo do Estado.

E o mais estranho ainda é que o dinheiro não consta na prestação de contas publicada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Confira aqui 

Perseguição política: Aécio pede ajuda à Gilmar Mendes para derrubar Pimentel


Aécio não quer que ninguém governe o País, se ele não for o presidente

Se o Brasil ainda estivesse nos tempos da ditadura, Aécio Neves e sua turma,agiria de acordo com a frase do ex presidente João Baptista de Oliveira Figueiredo: “Quem for contra a abertura, eu prendo e arrebento.”

Raivoso, movido a ódio, por ter perdido a eleição para a presidente Dilma, Aécio resolveu perseguir  também o governador de Minas Fernando Pimentel, cidade que ele também foi derrotado na última eleição

Insatisfeito com as críticas do governo Fernando Pimentel (PT),Aécio mandou o  PSDB de Minas protocolar, na semana passada, duas representações no Ministério Público contra o governador por publicidades da atual gestão.

Aécio não quer ser contrariado, por isso, quer retirar do ar a   propaganda na TV, em que mostra que o governo encontrou cerca de 500 obras paralisadas ao assumir a gestão -

Os tucanos também dizem que não foram responsáveis pelo deficit de R$ 7,1 bilhões no orçamento de 2015, que fez com que os investimentos do governo chegassem perto de zero no primeiro trimestre. O PSDB governou o Estado entre 2003 e 2014, quando o então governador, Antonio Anastasia, renunciou para concorrer ao Senado e deixou o cargo nas mãos do vice, Alberto Pinto Coelho (PP). Foi quem então?

Ao assumir, em 2015, Pimentel disse que havia encontrado o estado em uma situação grave, porque não teve "gestão ou gerenciamento" e citou as 500 obras. Nas propagandas oficiais, o número foi repetido. 

E não para por ai. Aécio convocou, Gilmar Mendes,  um aliado dos tucanos para reforçar a perseguição

Os dois acusam Pimentel de ter participado  de eventos de entrega de imóveis e de maquinários de programas do governo federal, no ano passado. A denúncia feita por Aécio Neves e havia sido arquivada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) mineiro.

 Na quarta-feira, a pedido de Aécio,  o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes determinou a reabertura da investigação e disse que o material está repleto de fotos e indícios de que Pimentel se beneficiou eleitoralmente da exposição.

De acordo com a denúncia do PSDB, que perdeu a eleição para o petista ainda no primeiro turno, Pimentel e seu vice, Antônio Andrade (PMDB), participaram de oito eventos de programas do governo federal nos três meses que antecederam o início da campanha.

Para Aécio, os dois cometeram crimes por que  estiveram no palanque da presidente Dilma Rousseff na entrega de diplomas do Pronatec, na doação de máquinas para prefeituras e na entrega de imóveis do programa Minha Casa Minha Vida. 

— Isso vai ter que ser reexaminado. O TRE vai ter que reabrir lá. É só ver o processo. Está cheio de fotos. Dizem que eles não eram, mas já eram pré-candidatos — disse Gilmar Mendes

E quando Aécio desvia dinheiro do SUS é bobagem... Deve ser por que ele não usa o SUS

Aécio afirma que é 'bobagem' O ex-ministro da Fazenda ação do MPF

O senador Aécio Neves (PSDB) chamou de "bobagem" a ação movida pelo Ministério Público Federal para investigar a falta de repasse de R$ 14 bilhões para a área de saúde entre 2003 e 2012 nas gestões dele e do também senador tucano Antonio Anastasia no governo de Minas Gerais. "Isto é uma bobagem. Isto já foi arquivado lá atrás. Isto é coisa requentada. Hoje, os índices de doenças diminuíram entre 30% e 40%. disse o cara de pau

E olha que em eleição passada, a gente achava que o José Serra era o pior adversário por ser, raivoso, mentiroso,inescrupuloso...  por conta da bolinha de papel. Erramos. Nada supera Aécio na questão de mau-caratismo 

Haddad cassa aposentadoria de fiscal ligado à Máfia do ISS


O gabinete do prefeito Fernando Haddad (PT) cassou a aposentadoria de um ex-auditor- fiscal da Secretaria Municipal de Finanças que teria relação com a Máfia do Imposto Sobre Serviço (ISS) e outros esquemas de corrupção. A cassação de Nadim Youssef El Joukhadar foi publicada em um despacho do prefeito no Diário Oficial da cidade de quinta-feira e segue manifestação do Departamento de Procedimentos Disciplinares (Proced).

Joukhadar pediu aposentadoria da Prefeitura depois que o escândalo da máfia do ISS foi deflagrado, com a prisão de quatro servidores, em outubro de 2013. Segundo o site de Transparência da Prefeitura, ele ganha R$ 22.301,60 mensais de aposentadoria - é o valor que deve perder. O benefício foi concedido em agosto do ano passado, quando ele já integrava a lista de servidores suspeitos de enriquecimento ilícito. Mesmo aposentado, a Controladoria- Geral do Município (CGM) abriu procedimento contra ele em março deste ano.

Segundo investigações da Controladoria e do Ministério Público Estadual, o servidor antecedeu os integrantes da Máfia do ISS na cobrança de propina de incorporadores que faziam lançamento de imóveis na cidade.

Uma testemunha protegida, representante de uma construtora, contou em depoimento prestado ao MPE em outubro do ano passado que Joukhadar exigia valores das empresas para que "os procedimentos tivessem andamento no setor" que liberava os imóveis, enquanto a máfia costumava cobrar para dar desconto no ISS devido.

O fiscal com a aposentadoria cassada, no entanto, é lembrado por ter menos "agressividade" que os membros da máfia ao exigir valores. "Os valores exigidos por Nadim (Joukhadar) eram menores do que os praticados por Amilcar (José Cansado Lemos, fiscal já denunciado à Justiça) e dependiam de cada caso. Recorda-se ainda que Nadim exigia entre R$ 20 mil e R$ 30 mil para que houvesse andamento do processo", disse a testemunha.

Governo Dilma fecha acordo de intercâmbio com a Nasa.Os coxinhas vão protestar?


O governo Dilma  finaliza um acordo de intercâmbio para estudantes brasileiros com a Nasa, a agência espacial americana, durante a viagem em curso da presidente aos Estados Unidos.

O convênio será destinado sobretudo a alunos de graduação inscritos no programa federal Ciência sem Fronteiras, que concede bolsas para brasileiros estudarem no exterior.

Os estudantes aceitos poderão usar parte da bolsa para bancar o estágio. Segundo a reportagem do jornal Correio Braziliense apurou, o governo terá como custo extra uma taxa de administração à Nasa. A presidente tem agenda prevista no Nasa Ames Reserch Center, no Vale do Silício, na Califórnia, na quarta-feira à tarde.

Além dos graduandos do Ciência sem Fronteiras, pós-graduandos bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ou da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) também poderão pleitear vagas.

O convênio envolverá alunos e pesquisadores das áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática que estiverem cursando ou prestes a começar intercâmbio em universidades americanas.

A seleção será feita segundo critérios de desempenho e notas. A previsão de início dos estágios e o número de bolsas que serão concedidas ainda não estão claros.

INVESTIMENTOS No primeiro compromisso da viagem aos Estados Unidos, a presidenta Dilma Rousseff se reuniu ontem, em Nova Iorque, com empresários brasileiros com negócios no país e que integram a comitiva da presidenta. O objetivo foi conversar com os empresários sobre formas de ampliar as relações com os Estados Unidos e ampliar os investimentos.
 Hoje, a presidenta Dilma se reúne com investidores do setor financeiro e com empresários do setor produtivo. Em Nova Iorque, ela também recebe o ex-secretário de Estado americano Henry Kissinger e participa do encerramento do Encontro Empresarial sobre Oportunidades de Investimento em Infraestrutura no Brasil.

Em seguida, embarca para Washington, onde será recebida por Barack Obama. Os dois presidentes devem anunciar a intenção de dobrar o comércio bilateral em dez anos.

A área comercial será uma das mais importantes da visita de Dilma.

 Também participam da viagem os ministros do Planejamento, Nelson Barbosa; da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo; do Desenvolvimento, Armando Monteiro; da Educação, Renato Janine Ribeiro; das Relações Exteriores, Mauro Vieira; e da Fazenda; Joaquim Levy

Vice-diretor da USP, critica condução da Lava Jato


Artigo publicado  neste domingo (28), pelo professor titular da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e vice-diretor da faculdade Renato de Mello Jorge Silveira, destaca a forma como vem sendo conduzida a Operação Lava Jato.

De acordo com o professor, "um processo penal deve guiar-se, assim, por princípios, como o da presunção da inocência, do devido processo legal, da proporcionalidade, entre outros, e não só por uma alegada formulação legal. E é por isso que, mesmo que algumas decisões de um determinado juiz se guiem por algo que está previsto em lei (e que, portanto, não incidiriam em ilegalidade), podem elas ser tidas por ilegítimas e passíveis de revisão."

Veja o artigo de Silveira: O ilegítimo e o ilegal, publicado na Folha e reproduzido aqui

Ainda segundo Silveira, "a deflagração da 14ª etapa da Operação Lava Jato incide, justamente, nesse pecado. Mesmo sem ingresso em duvidosas leituras sobre a delação premiada ou por um pragmatismo qualquer, deve-se pensar na racionalidade do feito."

"Mostra-se por demais questionável a necessidade de novas prisões em um momento já tão distante do início das investigações. A lei pode aceitar essas determinações, mas elas são simplesmente ilegítimas, pois desnecessárias sob uma leitura racional", diz Silveira.

"Esse estado de coisas chega a ponto tal que, na busca de sustentação para as novas prisões, simplesmente se fez uso lateral (e não declarado) da conhecida teoria do domínio do fato."

"Essa teoria, no dizer do jurista alemão Claus Roxin, seu próprio idealizador, não serve para dizer que apontar a responsabilidade penal em casos empresariais. O que antes já era objetável, agora se mostra inadmissível. O fim, que nunca justifica os meios, agora se equivoca também em suas premissas. Seria, talvez, o caso de se acusar o errático e ilegítimo procedimento", afirma no artigo.

"Parece pretender-se utilizar, na busca de uma punição antecipada, recursos que, sozinhos, são carecedores de legitimidade", completa, para finalizar: "Ao simplesmente se deixar de lado todo um suporte que deve acompanhar as construções o missivas beira-se, mesmo, para mais do que ilegitimidade, e sim, real ilegalidade de prisões, ancoradas, unicamente, em presunções, e não em provas. Essa, a nova carta aberta."

O artigo de Silveira se alinha com editorial publicado no sábado (27), pelo Jornal do Brasil, que destacava: "O que preocupa são certas informações vazadas que causam desmoralização, sem existir processo transitado em julgado, nas quais esses senhores aparecem como criminosos, corruptos e ladrões, sempre qualificados desta forma por confessos criminosos. Como muito bem lembrou o ministro do STF Luiz Edson Fachin: a delação só é válida quando comprovada, porque o delator não é idôneo." Do JB

Pessoa e o ser ou não ser do PT


Enquanto o partido não definir um programa coerente, a tendência é o esvaziamento da legenda

Sobretudo na retórica, a nova safra de delações selecionadas aumentou a pressão sobre Dilma Rousseff. Paradoxalmente, serviu também para enfraquecer a oposição.

A história de Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC, pertence ao gênero do irrealismo fantástico. A começar da exposição de motivos. Segundo o executivo, as negociatas entre governos e empresas perseguiam objetivos nobres. "Fazer a engrenagem andar", "impedir retaliações contra quem não colaborasse", "abrir portas" e outras platitudes.

Em benefício da dúvida, suponha-se que personagem tão impoluto tenha falado mesmo o que apareceu impresso e pense ter abafado. Aí imaginamos que o sujeito realmente possui um coração de ouro com dinheiro alheio. Uma espécie de "plutodemocrata".

A saber: pagou ministros do TCU, deu mesada para o filho do presidente do mesmo tribunal, comprou o PT, comprou o PSDB, comprou o PSB, comprou o PR, comprou o PMDB e ainda deu R$ 20 milhões para o ex-presidente Collor. Só faltou ter adquirido o Cristo Redentor.

A delação divulgada afirma que a eleição de Dilma drenou R$ 7,5 milhões dos cofres da UTC. Pelo menos aqui Aécio Neves ganhou da adversária. Sua campanha agasalhou R$ 8,7 milhões do empreendedor preocupado com a marcha do capitalismo. Interessante: no total, suas doações declaradas aos tucanos foram maiores do que o dinheiro para o PT, inclusive em São Paulo.

Há duas hipóteses, complementares e não excludentes. Interessado na própria sobrevivência, Pessoa jogou a UTC no ventilador para ver como é que fica. Quanto mais alvos atingir, melhor. Deixa que o Moro faz o resto.

A outra possibilidade é a de que a bandalheira está institucionalizada no país. São ridículas, para ser elegante, as tentativas da oposição de convencer que a dinheirama recebida por ela é limpa e a fatia da situação, coisa podre. Mas depois da excursão Cantinflas à Venezuela, nada mais surpreende vindo de Aécio e sua turma.

Na última semana, Lula soltou o verbo. Lamentou que seu partido parecesse mais interessado em salvar a pele e segurar cargos do que em defender um projeto.

Esse é o ponto. Qual o projeto do PT hoje? Será possível mobilizar a militância para defender cortes em educação, habitação, saúde, em direitos trabalhistas, nas aposentadorias? Lula pode ser --e é-- um excelente orador. Mas sem a "mistura", como se diz na casa de gente de carne e osso, o arroz com feijão perde o encanto.

O problema do PT não é a idade dos militantes --embora o afastamento da juventude seja sintomático. Vale a pena citar o professor Paul Singer: "O que acontece é luta de classes. Trabalhadores assalariados e patrões capitalistas têm interesses opostos." Singer tem 83 anos, mas preserva intacta a juventude de raciocínio. Em outras palavras, falta um programa coerente ao partido. O que temos para hoje é uma antítese da pregação original. Uma salada de projetos de longuíssimo prazo condimentada com sacrifícios de curtíssimo prazo para a maioria.

Cabe ao PT mudar a receita se quiser enfrentar uma luta política cada vez mais agressiva. Bem entendido, isso não é garantia de nada após tantas derrapadas. Mas ao menos manteria a legenda dentro do jogo com um discurso definido.

Baboseiras como governabilidade, superavit primário e obsessão inflacionária são tão convincentes e inteligíveis quanto um alemão de bolso cheio discursando para gregos em petição de miséria.

Ricardo Melo - Na Folha

domingo, 28 de junho de 2015

Aécio se delata: Doação da UTC foi para dar "alforria" a empreiteiros. Na CPI? Igual Sérgio Guerra?


Em inacreditável ato falho, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) confessou que só tinha a oferecer "alforria" (livrar) a empreiteira UTC em troca das doações eleitorais para sua campanha.

Aécio disse "alforria" do governo do PT, mas a expressão cai como uma luva na prática delatada de tucanos pedirem CPI's da Petrobras e depois exigirem propinas dos empreiteiros envolvidos para enterrar a investigação.

O ex-diretor corrupto da Petrobras, Paulo Roberto Costa, delatou o ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra. Declarou que o tucano exigiu R$ 10 milhões de propina para dar "alforria" na CPI da Petrobras, realizada em 2009. Costa confirmou no depoimento da CPI atual.

Aécio Neves é sucessor de Sérgio Guerra na presidência do PSDB, e promoveu outra CPI em 2013.

Anotações apreendidas pela PF na sede da UTC apontam Aécio negociando "alforria" a empreiteiros na CPI.

Anotações apreendidas pela PF no escritório da UTC em São Paulo, no ano passado, apontam negociações de bastidores de empreiteiros com o senador Aécio Neves para não aprofundar na CPI. As anotações dizem que Aécio teria escalado Mario Couto (PSDB-PA) e Álvaro Dias (PSDB-PR) para “fazer circo”.

Uma das anotações diz que no Senado a apuração estava esvaziada e que o problema maior seria no Judiciário. E ainda destacava que objetivo da CPI não era apurar, somente “gerar noticiário” (só contra o PT, é claro).

Lula diz que Folha é maníaca em inventar palavras que ele não disse.


Mais uma vez, a Folha de S.Paulo atribuí ao ex-presidente Lula declarações que ele nunca fez

Se o jornal "Folha de São Paulo" está em crise financeira tão grave que abriu uma barraquinha de comida na rua para competir com ambulantes, a falência do jornalismo praticado lá atinge o fundo do poço.

Agora a Folha, além de publicar um boato sem nenhuma confirmação por nenhuma das duas partes envolvidas, ainda esconde e não publica a resposta de Lula dada à pergunta da reportagem.

Se a comida vendida na barraquinha da Folha for do padrão do jornalismo, haja caganeira.

Olhe a enésima nota de desmentido que o presidente Lula tem de fazer:


NOTA À IMPRENSA: "Se Lula quisesse falar com a Folha de S. Paulo, falaria com a Folha de S. Paulo"
28/06/2015 10:59

Assim como algumas pessoas são maníacas por impetrar Habeas Corpus à revelia e contra a vontade das pessoas, a Folha de S.Paulo tem a estranha mania de sem nenhuma procuração ou comprovação, atribuir declarações ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a partir de fontes anônimas.

O jornal nos procurou na sexta-feira (26) com uma informação incorreta. Respondemos que se tratava de invenção e de que "o ex-presidente repudia e lamenta a reiterada prática do jornal Folha de S. Paulo de lhe atribuir afirmações a partir de supostas fontes anônimas, dando guarida e publicidade a todo o tipo de especulação". Mesmo assim a matéria foi publicada com destaque na capa.

Na matéria a Folha não coloca a nossa resposta de que se trata de uma invenção, logo, publicamos aqui a troca de e-mails entre a assessoria de imprensa do Instituto Lula e o jornal.

Assessoria de Imprensa do Instituto Lula

Abaixo resposta para a Folha de S.Paulo:

Cara,

Segue nossa resposta:

Parece que todo o sábado o jornal Folha de S. Paulo reserva espaço para atribuir alguma fala ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Semana passada fizeram isso. Fazem novamente esta semana. O ex-presidente repudia e lamenta a reiterada prática do jornal Folha de S. Paulo de lhe atribuir afirmações a partir de supostas fontes anônimas, dando guarida e publicidade a todo o tipo de especulação. Se o ex-presidente quisesse falar com a Folha de S. Paulo, falaria com a Folha de S. Paulo. Esta afirmação é uma invencionice do jornal ou da sua fonte anônima.

Abaixo o email enviado pela Folha de S.Paulo:

Caros,

Estamos fazendo uma matéria sobre uma conversa do ex-presidente Lula com o ministro do TCU José Múcio Monteiro, em que o ministro falou da possibilidade de o órgão rejeitar as contas de 2014 do governo Dilma. Segundo relatos, Lula disse achar razoável o órgão pedir explicações sobre as chamadas "pedaladas fiscais" e disse que isso "daria um susto" na presidente.

Gostaria de saber se o Instituto Lula quer se posicionar sobre o assunto.