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terça-feira, 30 de setembro de 2014

ONG de Marina é financiada por dono da Natura e herdeira do Itaú:R$ 7 milhões



Espaço de fomento do projeto que culminou na candidatura de Marina Silva à Presidência, o Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS) recebeu R$ 7 milhões em doações de pessoas físicas e jurídicas desde 2010. Os principais doadores para a ONG foram dois associados, o dono da Natura, Guilherme Leal, e a educadora e herdeira do banco Itaú, Maria Alice Setubal, a Neca, de acordo com informações da ex-secretária-executiva da entidade, Alexandra Reschke.

Ao Globo, Leal confirmou ter doado R$ 3,4 milhões à organização por meio do Instituto Arapyaú, criada por ele para canalizar sua atuação como empreendedor social. Neca também afirmou ter doado ao IDS, como pessoa física, mas preferiu não informar o valor. No entanto, segundo Reschke, os dois doaram "valores mais ou menos semelhantes" à entidade, e sempre foram considerados os principais provedores da iniciativa, do ponto de vista financeiro.

Doações de pessoas físicas à entidade somaram R$ 3,3 milhões no mesmo período. Segundo o atual presidente do IDS, João Paulo Capobianco, outros associados também fizeram doações, mas os valores não foram informados. Em 2013, uma fundação internacional doou R$ 201 mil à entidade. O nome não foi divulgado em função de cláusula de confidencialidade.

O IDS foi fundado por Marina e um grupo de colaboradores em São Paulo, em 2009, mas teve as atividades iniciadas em 2010, ano em que ela concorreu à Presidência pela primeira vez. Após a derrota, o esforço de Marina para aprofundar o debate sobre gestão e sustentabilidade passou a ser canalizado no instituto, apesar da desvinculação com partidos. Dos 37 associados do IDS, 35 colaboraram com o atual programa de governo de Marina, segundo o PSB.

Entre as duas eleições, a entidade promoveu encontros com aproximadamente 120 especialistas e representantes de diferentes setores em torno da agenda atualmente defendida por Marina. Estudos também foram elaborados. De acordo com Reschke, que esteve na entidade entre 2011 e 2013, a partir do fim de 2012 o foco mudou:

— Quando Marina decidiu criar um partido, houve alinhamento claro do IDS com o projeto e o plano de criar uma plataforma de governo — afirma.

Os encontros promovidos pela entidade permitiram a aproximação com setores antes do período eleitoral, como ruralistas representados pelo ex-ministro Roberto Rodrigues. Ele foi o convidado de uma das conversas, assim como Marcos Jank, diretor para assuntos públicos da Brasil Foods, que ajudaria, neste ano, na elaboração do plano de governo.

Entre os associados do IDS estão fiéis colaboradores de Marina durante o período no Ministério do Meio Ambiente, como Bazileu Margarido, Pedro Ivo Batista e Tasso Azevedo. Estão também na lista executivos de confiança como Álvaro de Souza, ex-presidente do Citibank; Ricardo Young, do Instituto Ethos, e Oded Grajew, idealizador do Fórum Social Mundial, além de ambientalistas e indigenistas.

CONVERGÊNCIA DE IDEIAS

No entanto, para a ex-secretária-executiva, Alexandra Reschke, participantes de outros grupos políticos que estiveram nas rodas de conversa se sentiam parte da “possibilidade de construir uma nova forma de governar”.A entidade sempre acreditou na política que pode ser feita com firmeza e competência — afirma.

Guilherme Leal admitiu que “ideias debatidas e consensuadas ali são convergentes com o ideário da Marina”, mas alegou não ver relação entre os projetos “em termos práticos”.

Atualmente integrante do Conselho Diretor do IDS, Neca Setubal já ocupou o cargo de presidente da organização. Além do IDS, ela doou para outra entidade ligada à candidata, o Instituto Marina Silva, sediado em Brasília. Em 2013, foram pelo menos R$ 1 milhão, segundo o jornal “Folha de S. Paulo”. A educadora informou que contribuiu com 15 organizações da sociedade. Para ela, “não existe relação entre o IDS e o projeto político de Marina”.


Folha:Diferentemente do que diz, no Senado Marina votou 4 vezes contra a criação da CPMF


Marina muda versão sobre CPMF e ataca PT. Marina continua mentindo

A campanha do PSB à Presidência da República contestou a campanha petista sobre o posicionamento da então senadora Marina Silva na votação da criação e prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). A campanha de Marina disse em nota que o PT "distorce" e "mente" sobre a questão e que a reação da adversária Dilma Rousseff é "manobra de desesperados". Disse ainda que Marina "sempre lutou pela saúde e contra a pobreza" e alega que o PT "pinçou" momentos da votação para dizer que a presidenciável votou contra a CPMF. Mas o jornal Folha de São Paulo, em um momento de honestidade, afirma, na edição dessa terça feira (30), que Marina Silva MENTE

Marina  mentiu sobre seu passado legislativo, Marina Silva (PSB) apresentou versões contraditórias a respeito de sua participação nas votações relativas à CPMF, o chamado imposto do cheque , que vigorou no Brasil do início dos anos 90 até 2007.

Diferentemente do que vinha dizendo, a candidata do PSB votou, quando era senadora, quatro vezes contra o tributo --duas na emenda à Constituição enviada em 1995 por Fernando Henrique Cardoso (PSDB) para criá-lo e duas em 1999, na votação de sua prorrogação.

Marina afirmava que, como prova de que não faz oposição por oposição , havia contrariado seu então partido, o PT, e votado a favor da CPMF proposta pelo governo tucano. Mas, na verdade, só votou a favor da regulamentação da cobrança.

Quando foi a votação da CPMF, ainda que o meu partido fosse contra, em nome da saúde, em nome de respeitar o interesse dos brasileiros, eu votei favorável mesmo [o projeto] sendo do seu governo [Aécio Neves], o PSDB , disse Marina no debate da TV Bandeirantes, em agosto. Em sabatina no portal G1, dias depois, repetiu o discurso.

Desde o domingo (28), Marina tem sido alvo de propaganda do PT que afirma que ela mentiu sobre o tema. No debate da TV Record, também neste domingo, Dilma Rousseff (PT) afirmou: Não entendo como a senhora pode esquecer que votou quatro vezes contra a criação da CPMF. Atitudes como essa demonstram insegurança.

No debate, Marina mudou sua versão, lembrando que a discussão sobre o tributo passou por várias etapas, e que havia votado a favor, no plenário e em comissão, à criação do Fundo de Combate e Erradicação à Pobreza.

O fundo, proposto pelo senador Antonio Carlos Magalhães (1927-2007), seria composto em parte com recursos da CPMF. Questionada na saída do evento se não havia votado contra nessa ocasião, Marina se corrigiu e disse que, no plenário, mudanças que retiravam recursos do fundo a levaram a se opor.

Em nota divulgada nesta segunda (29), a campanha de Marina diz que o PT perpetua uma incansável campanha de fofocas e mentiras . O texto omite suas votações contrárias à CPMF. A nota ressalta que Marina votou a favor da lei que regulamentou o tributo, em 1996, seguindo a posição da bancada do PT.

A então senadora pelo PT se opôs a todas as propostas em debate que ofereciam a possibilidade de distorção da finalidade social da CPMF [...] Com dados parciais retirados do contexto inventa-se e repete-se uma mentira. Manobra de quem perdeu a cabeça e as medidas, manobra de desesperados , diz a nota. 

E a Folha mostra que Marina mentiu sim

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Ator Mark Ruffalo descobre que Marina é contra o casamento gay e retira apoio


Mark Ruffalo perguntou se Marina  é a favor do casamento gay. Marina, malandramente respondeu que sim, mas da união civil.MENTIU DE NOVO, para agradar o ator
O apoio do ator americano Mark Ruffalo, que fez o papel de Incrível Hulk, a Marina Silva, candidata do PSB à Presidência, não demorou para ser retirado. Informado que a política era contrária ao casamento gay, Ruffalo publicou um texto em seu Tumblr nesta segunda-feira no qual afirmou que esta postura de Marina "o colocaria em direto conflito com ela".

"Neste momento, seria bom saber definitivamente onde a candidata Silva está nesta questão sem termos incertos. Está meio nebuloso e pouco claro no momento. Enquanto isso, baseado no que eu pude entender por alguns posts aqui e pelo que está disponível na internet, eu estou retirando meu apoio", declarou Ruffalo, que prosseguiu pedindo que o vídeo em que ele exalta Marina Silva não seja utilizado até a candidata confirmar ser favorável ao casamento gay e deixar claro seu posicionamento.

"Eu peço desculpas à campanha de Silva por não ter um controle melhor das suas políticas e criando essa inconveniência. Eu fiquei desapontado em ver seu apoio ao casamento gay ser largado pelo seu partido no dia seguinte ao discurso dela. Eu peço que honrem meus pedidos em boa fé", concluiu o ator.

Pelo Twitter, a candidata mandou uma mensagem direta ao ator e declarou que é favorável à união civil homoafetiva. "Mark Ruffalo, você precisa saber que esta eleição está inundada de mentiras e esta é só mais uma mentira sobre Marina Silva", escreveu a presidenciável, em inglês, na rede social.

Com um link o plano de governo de Marina Silva, Ruffalo pediu uma versão em inglês do material e posteriormente pediu para que a candidata lhe enviasse uma mensagem direta em particular. Impaciente, emendou uma pergunta, não respondida até a publicação desta matéria: "Marina Silva, você é a favor do casamento igualitário?"

Globo esconde, mas Brasil tem inflação menor do que maioria dos grandes países em desenvolvimento


Embora oposição ainda mantenha alarmismo em relação aos preços, assunto está em baixa nas pautas dos jornais e dos debates

A inflação está em baixa, inclusive, na pauta eleitoral da oposição partidária e midiática. Parece não sensibilizar mais a maioria do eleitorado que a enxerga estável e vê seu poder aquisitivo aumentado nos últimos anos, com ganhos reais nos salários.Mesmo assim, candidatos da oposição ainda citam a inflação como alvo de críticas. No debate... Leia mais aqui

TSE suspende propaganda de Marina por ofensa pessoal contra Dilma e PT


Em decisão individual, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Herman Benjamin deferiu liminar para suspender propaganda eleitoral da Coligação Unidos pelo Brasil, da candidata Marina Silva, por conter ofensa de caráter pessoal à candidata Dilma Rousseff e à Coligação Com a Força do Povo, capitaneada pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

Na referida propaganda, a coligação da candidata Marina Silva alega que eventual corrupção no âmbito da Petrobras tem financiado a base aliada dos partidos que apoiam a Coligação com a Força do Povo.  Afirma, ainda, que a candidata Dilma Rousseff foi chamada a responder perante o Tribunal de Contas da União pelo prejuízo causado pela negociação envolvendo a refinaria de Pasadena, uma vez que, na época, ela fazia parte do Conselho de Administração da Petrobras. O que é MAIS UMA MENTIRA DE MARINA. O TCU isentou  presidente Dilma da culpa pela compra da refinaria de Pasadena

Na ação contra a peça, a Coligação Com a Força do Povo e a candidata a reeleição Dilma Rousseff sustentaram que na mídia veiculada no dia 29 de setembro, as representadas não se limitaram a tecer críticas de natureza política, mas buscaram veicular informação sabidamente inverídica em prejuízo à honra e à imagem da candidata, atribuindo-lhe responsabilidade inexistente.

Alegaram, ainda, que a propaganda ofende a coligação que tem o PT como um de seus integrantes, uma vez que o acusa de sustentar sua base no Congresso com dinheiro da corrupção, imputando conduta criminosa à agremiação.

No mérito da representação, que será julgada pelo plenário da Corte, a Coligação com a Força do Povo requer direito de resposta com a concessão de tempo não inferior a um minuto correspondente a cada peça de propaganda.

Liminar

Ao decidir, o ministro Herman Benjamin reconheceu que houve excesso no teor da propaganda e ofensa aos partidos que compõem a coligação. “No caso dos autos, ao menos em juízo de cognição sumária, próprio desta fase processual, entendo que há ofensa de caráter pessoal ao PT e partidos da base aliada, bem como exploração indevida de dado que ainda é sigiloso (delação premiada), ou seja, cujo teor o público geral não conhece”, enfatizou em seu voto.

Segundo o ministro, embora o escândalo da Petrobras venha sendo amplamente divulgado na mídia,  não se tem notícia de que a candidata Dilma Rousseff tenha sido responsabilizada pelo Tribunal de Contas da União em relação à compra da refinaria.

Lembrando que o direito de resposta é cabível nas hipóteses em que candidatos, partidos e coligações forem atingidos, ainda que de forma indireta, por conceito, imagem ou afirmação caluniosa, difamatória, injuriosa ou sabidamente inverídica, Herman Benjamin afirmou que a suspensão da propaganda é uma medida prudente.

“Ante o exposto, defiro a liminar, a fim de determinar a suspensão imediata da propaganda eleitoral atacada, sob pena de fixação de multa diária”, concluiu o relator. As informações estão no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

O TCU (Tribunal de Contas da União) isentou a presidente Dilma Rousseff e responsabilizou os integrantes da antiga diretoria da Petrobras pelo bilionário prejuízo na compra da refinaria americana de Pasadena.

O TCU atribui aos 11 executivos a responsabilidade pelo prejuízo na compra da refinaria de Pasadena, na Califórnia, nos EUA.
O relatório de quase 300 páginas foi aprovado por unanimidade pelos ministros do tribunal, e isenta de culpa os conselheiros da Petrobras, que autorizaram a compra. Entre eles, a presidente Dilma, que na época presidia o conselho.

E o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, arquivou a representação de partidos de oposição contra a presidente Dilma e o conselho de administração da Petrobras, pelas supostas irregularidades na compra da refinaria. Segundo Janot, não é possível responsabilizar o conselho administrativo.

Dilma tem 40%, Marina 24% e Aécio 18%, indica Vox Populi


Pesquisa Vox Populi divulgada na noite desta segunda-feira, 29, pela Rede Record, mostra vantagem de 16 pontos da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, sobre Marina Silva (PSB) no primeiro turno e de 7 pontos no segundo.

No primeiro turno, o levantamento aponta Dilma com 40% das intenções de voto contra 24% de Marina e 18% do candidato Aécio Neves (PSDB). Votos em branco e nulos são 6% e indecisos, 11%. Na pesquisa anterior, divulgada na quinta-feira, 25, pela revista CartaCapital, Dilma aparecia com 38%, Marina, com 25%, e Aécio, com 17%.

Na simulação de segundo turno, Dilma aparece com 46% contra 39% de Marina. Na mostra anterior, a petista somava 42% contra 41% da pessebista. Os votos em branco e nulos somam 9%, e os indecisos, 6%. Num cenário que considera Aécio o adversário de Dilma, a petista tem 48% contra 38% do tucano. Na mostra anterior, a presidente tinha 45% contra 37% do senador. Os votos em branco e nulo somam 9%, e os que não sabem ou não responderam, 5%

Os candidatos Pastor Everaldo (PSC) e Luciana Genro (PSOL) têm 1% nas intenções de voto cada. Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB), Eymael (PSDC), Rui Costa Pimenta (PCO), Mauro Iasi (PCB), José Maria de Almeida (PSTU) não pontuaram.

Em termos numéricos, Dilma possui a maior parte da preferência em todas as regiões do País, de acordo com a pesquisa. No Sudeste, maior colégio eleitoral, ela alcançou 29%, contra 26% de Marina e 21% de Aécio. Os adversários têm 2% juntos, votos em brancos e nulos totalizam 9% e indecisos são 14%.

No Nordeste, a presidente obteve 60% das intenções, contra 20% de Marina e 8% de Aécio. Os demais concorrentes somaram 1%, enquanto em branco e nulos são 4% e indecisos, 6%. No Sul, Dilma atingiu 35%, contra 29% de Aécio e 17% da ex-senadora. Os demais somam 3%, em branco e nulos são 4% e os indecisos, 12%.

No Centro-Oeste e Norte, a petista tem 40%, Marina, 28%, e Aécio, 19%. Outros candidatos totalizam 1%, em branco e nulos são 2% e os eleitores que não sabem ou não responderam atingiram 10%.

O Vox Populi, contratado pela Rede Record, entrevistou 2 mil eleitores em 147 cidades do País entre 27 e 28 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00888/2014.

Pesquisa MDA:Com 40,4%, Dilma abre vantagem de 15 pontos em cima de Marina


Dilma sobe de 36% para 40,4%, Marina tem 25,2%

Pesquisa MDA divulgada nesta segunda-feira (29), mostra que a presidente Dilma ampliou a vantagem que tinha em relação a Marina Silva no primeiro turno da corrida ao Palácio do Planalto. Dilma subiu de 36% para 40,4% das intenções de voto. Marina caiu de 27,4% a 25,2%, na comparação para a sondagem divulgada no dia 23 de setembro. O candidato do PSDB, Aécio Neves, subiu de 17,6% para 19,8%

No principal cenário de disputa para segundo turno, Dilma venceria Marina por nove pontos de vantagem. Dilma tem 47,7% contra 38,7% de Marina. No levantamento anterior, Dilma tinha 42% e Marina, 41%, em situação de empate técnico.

Na disputa entre Dilma e Aécio, a presidente também ampliou a diferença e se reelegeria com 49,1% contra 36,8% do tucano. A petista tinha 45,5% contra 36,5% do tucano.

Segundo a CNT, foram entrevistados 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades federativas das cinco regiões do País, nos dias 27 e 28 de setembro. A margem da pesquisa de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00992/2014.

Dilma ultrapassa Marina em potencial de voto

Pesquisa  mostra que, em relação ao levantamento divulgado na semana passada, a presidente Dilma  ultrapassou a adversária Marina Silva no quesito potencial de voto. Ao todo, 57,6% dos entrevistados disseram que Dilma é a única candidata em que votariam (29,4%) ou é uma candidata em que poderiam votar (28,4%). No levantamento anterior, esse porcentual da petista era de 54,1%.

Marina Silva, por sua vez, registrou 55% de potencial de voto. Ao todo, 14,6% disseram que a candidata do PSB é a única em que votariam e para outros 40,4% é uma candidata em que poderiam votar. Na sondagem anterior, ela tinha 58,2% de potencial de voto.

O candidato do PSDB, Aécio Neves, oscilou de 51,7% para 53,5%. Isto é, 12,4% consideram o tucano como a única opção de voto e para outros 41,1% é um candidato em que poderiam votar.

 Avaliação positiva do governo sobe para 41%

Pesquisa MDA  mostra que a avaliação positiva do governo Dilma Rousseff subiu de 37,4% do levantamento anterior divulgado na semana passada para 41%. Esse é o porcentual das pessoas que consideram o governo ótimo ou bom.

A avaliação negativa do governo oscilou de 25,1%, do levantamento anterior, para 23,5% no indicador divulgado nesta segunda-feira. O porcentual daqueles que avaliam o governo como regular está em 35%, ante 36,8% do último levantamento.

Segundo a Confederação Nacional do Transportes (CNT), responsável por contratar o instituto, foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 unidades federativas das cinco regiões do País, nos dias 27 e 28 de setembro.

Lula adverte eleitores sobre 'semana da mentira'



O ex-presidente Lula afirmou, durante comício em Franco da Rocha, município 40 km ao norte da cidade de São Paulo, que essa semana que antecede as eleições será "a semana da mentira". Ao lado do candidato Alexandre Padilha (PT), o ex-presidente disse que o eleitor precisa escolher bem todos os candidatos e voltou a citar a ordem da votação: deputado estadual, federal, senador, governador e presidente.

 Lula  falou também situação econômica atual, assim como fez antes do comício, quando participou de um desfile em carro aberto, debaixo de chuva, pelo centro de Franco da Rocha. "Eles reclamam da inflação, mas se esquecem que no tempo deles a inflação era de 80% ao mês", disse.

Lula lembrou ainda os 12 anos do PT no governo e disse que o Pais não pode permitir retrocesso. "Não foi fácil chegar até aqui e fazer o povo brasileiro acreditar em nós", disse, lembrando que muitos trabalhadores tinham receio de votar em alguém sem diploma. Usando seu próprio exemplo, Lula disse que a inteligência não está ligada a um diploma e ressaltou que passou a ser uma pessoa respeitada no mundo.

Lula voltou a defender a escolha da presidente Dilma Rousseff como sua sucessora e reafirmou que ela é a mais preparada. Ele observou que muita gente diz a Marina (Silva, PSB) é tão parecida com ele, tão amiga, foi fundadora do PT e se pergunta porque ele está apoiando a Dilma. "Escolher sucessora é como escolher um padrinho para seus filhos", respondeu Lula a esses questionamentos.

 Falando com os comerciantes das lojas e com os populares,  Lula destacou a geração de empregos no governo Dilma e disse que antes o povo não tinha dinheiro para comprar as coisas.

Ele também  apresentou Padilha. Lembrou que o candidato ao governo do estado de São Paulo foi seu ministro e ministro da presidente Dilma. Lula disse ainda acreditar que em São Paulo essa será a eleição da virada, já que Padilha está na terceira colocação, com apenas 9% das intenções de voto.

Ao destacar que Padilha era ministro quando o programa mais médicos foi implantado, Lula observou que é preciso garantir cada vez mais tratamentos de qualidade para todas as pessoas. Ele disse ainda conhecer muito bem os médicos, pois era atendido quando metalúrgico e quando presidente.

Lula ainda disse que  tem gente que diz que é bem tratando porque paga um plano médico. Segundo ele, isso mentira, pois as pessoas que pagam um plano médico, descontam o que pagam no imposto de renda e quem termina pagando é o povo.

Mais uma vez usando seu próprio exemplo, Lula disse que quando é atendido no Sírio Libanês, deduz as despesas no imposto de renda. "Quem paga o bom tratamento que eu tenho é o povo que não tem o mesmo tratamento que deveria ter", disse.

O ex-presidente, sem citar o governador Geraldo Alckmin, disse que São Paulo não pode ter esse descaso. "Ele não garante nem mais água para as pessoas", observou.

Lula lembrou  que quem ainda está em dúvida em quem votar não pode esquecer o que era esse país antes do PT", disse. Após a agenda em Franco da Rocha, Lula e Padilha se encontram com a presidente Dilma para outro comício no Campo Limpo, zona sul da cidade de São Paulo.

Marina diz que votou a favor da CPMF, mas votou contra



Durante o debate entre candidatos à Presidência da República promovido pela Rede Record, Dilma Rousseff questionou a constante mudança de posicionamento da candidata Marina Silva sobre assuntos importantes ao País, e afirmou que “Governar requer firmeza, coragem, posições claras e atitude firme. Não dá para improvisar”.

A candidata do PSB afirmou ter votado a favor do Fundo de Combate à Pobreza, cuja composição seria feita por meio de recursos da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e impostos sobre cigarro. Contudo, Marina Silva votou contra a CPMF. Registros do site do Senado Federal (“votações nominais”) mostram que Marina ficou contra o tributo em 1995 e em 1999. Em 2002, a candidata do PSB não registrou seu voto, o que, no caso de propostas de emenda constitucional, equivale a ser contrário, uma vez que é preciso ter 49 votos “sim” para a aprovação.
Confira abaixo a tramitação da CPMF no Senado e os votos da então Senadora Marina Silva:

PEC 40/1995: Dispõe sobre a instituição de contribuição social para o financiamento das ações e serviços de saúde. Proposta foi aprovada e transformada em lei (Emenda à Constituição nº 12/1996).

Votação em 1º turno (18/10/1995) = Senadora Marina Silva votou contra
Votação em 2º turno (08/11/1995) = Senadora Marina Silva votou contra

PEC 34/1998: Prorroga, alterando a alíquota, a cobrança da contribuição a que se refere o artigo 74 do ato das disposições constitucionais transitórias por 36 meses. Proposta foi aprovada e transformada em lei (Emenda à Constituição nº 21/1999).

Votação em 1º turno (06/01/1999) = Senadora Marina Silva votou contra
Votação em 2º turno (19/01/1999) = Senadora Marina Silva votou contra

PEC 18/2002:  Altera os artigos 100 e 156 da Constituição Federal e o artigo 81 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, e acrescenta os artigos 84, 85, 86, 87 e 88 ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (Prorroga a vigência da CPMF até 31/12/2004). Proposta foi aprovada.

Segundo consta nos anais do Senado Federal, Marina Silva nunca votou favoravelmente à criação do tributo.

Marina Silva se apequena, ou melhor, volta ao seu tamanho original


Faltando poucos dias para a derradeira escolha dos eleitores brasileiros, uma tendência se consolida a cada divulgação de novos números das pesquisas: Marina Silva cai, despenca, rola ladeira abaixo. E o motivo para tanto desencanto dos eleitores não são as críticas de seus adversários ou a orquestração de uma “campanha de desconstrução” como bradam seus aliados. Marina Silva cai por uma única razão: saco vazio não para em pé.

 A candidata do PSB não subiu nas pesquisas por que tinha propostas interessantes ou por que tinha poder de mobilizar grandes massas de seguidores entusiasmados. Marina só subiu porque o avião caiu. Se não fosse o triste acidente que ceifou a vida de Eduardo Campos, hoje Marina Silva estaria em casa costurando a barra de suas saias, como mostrou a imagem vazada por sua campanha, na tentativa de maquiá-la como uma mulher simples e humilde.

Humildade e simplicidade nunca fizeram parte da personalidade de Marina Silva. E o eleitor percebeu isso ao longo dessa campanha. Nem a sua tentativa de se mostrar como “a ungida” funcionou. Seus xales messiânicos, usados como adereço de fantasia de escola de samba, não conseguiram cumprir o seu papel de capa da mulher maravilha.

Marina Silva despenca porque, na sua tentativa de agradar a gregos e troianos, só conseguiu semear desconfiança, contradições e falsidades. Nessa campanha todos sabem o que exatamente pensam Luciana Genro, Aécio, Dilma, Eduardo Jorge, Pastor Everaldo e até o infame Levy Fidelix. Marina segue sendo uma incógnita.

A desconstrução da candidata do PSB é real e é capitaneada pela própria Marina Silva. Em seus “disse e não disse”, em suas contradições, em suas idas e vindas, em suas mentiras (vide o caso da votação da CPMF no Senado) e, principalmente, em suas constantes submissões a grupos que antes dizia combater, mostraram-na como realmente é: um saco vazio.

Ela se diz vítima da falta de tempo na TV. Os dois minutos a que tem direito pela legislação eleitoral não a impediram de crescer nas pesquisas. Crescer ela cresceu, só não se sustentou. E não se manteve em ascensão por que seus pés de barro ruíram.

A história de vida de Marina Silva lembra o roteiro do filme “A mão do macaco”, onde essa parte da anatomia dos símios era dada de presente às pessoas com o objetivo de realizar seus desejos. E toda vez que alguém recebia a tal “mão” e desejava algo, ele se concretizava. Só que de forma trágica. Lembro-me de uma cena em que um empresário falido e desesperado “pediu” à mão que o ajudasse a conseguir um milhão de dólares. No mesmo instante, o avião em que viajava a mãe do empresário caiu e ele recebeu exatamente um milhão de dólares do seguro de vida da pobre senhora.

Marina Silva é como um tsunami. Eles surgem do desequilíbrio na harmonia natural da vida e deixam marcas de destruição por onde passam. Assim foi sua passagem pelo PT, pelo PV, está sendo agora no PSB e assim será em qualquer outra agremiação partidária que se deixar iludir. E também assim como todos os Tsunamis, sempre acabará na praia, em meio aos entulhos e o desespero daqueles que conseguiram sobreviver.E o saco vazio continuará seguindo a esmo.

BlogsDener Giovanini -  Aqui no Estadão

Vazamento premiado e o fator Youssef



 Moeda de troca eleitoral, ações da PF favorecem governo aparentemente disposto a investigar roubalheiras

Novembro/dezembro de 1989: com a possibilidade de um candidato metalúrgico chegar ao poder, a elite dominante se uniu para fechar a porta do Planalto. A empreitada produziu momentos inesquecíveis da baixaria eleitoral.

Primeiro foram atrás de uma ex-mulher de Lula para acusá-lo de defender o aborto. Não bastou. Com a ajuda da polícia paulista, o sequestro do empresário Abilio Diniz foi atribuído a grupos internacionais supostamente simpáticos ao PT. Fotografias de sequestradores com a camiseta do partido circularam sorrateiramente, de preferência nem tanto.

Também era pouco. Faltava a televisão. Numa edição que o então diretor de jornalismo da TV Globo, Armando Nogueira, admitiu anos depois ter sido enviesada, o debate entre Lula e Collor carregou nas tintas em favor do autointitulado caçador de marajás. Para fechar o cerco, denúncias de fraude em massa na Bahia foram sufocadas para selar a vitória de Collor. O resto é de todos conhecido.

Setembro/outubro de 2014: numa sucessão galopante, denúncias e mais denúncias aparecem para tentar provar que o governo petista não passa de uma quadrilha de saqueadores. A origem são as tais delações premiadas, diante das quais dispensam-se provas ou evidências cabais. O réu fala o que quiser, e seria um sinal de retardo mental acreditar que vá falar algo em seu prejuízo.

Basta ver as reportagens. Os verbos mais usados são indicam, sugerem, supõem, fazem crer, sinalizam -tudo com muito cuidado para, ao mesmo tempo, espalhar a dúvida e escapar de processos. Chega-se ao ponto de acusar o ex-ministro Antonio Palocci de pedir a doleiros recursos para a campanha de Dilma. Mas a mesma reportagem reconhece não haver provas de que o dinheiro jorrou. Lembra aquela outra peça de ficção, assinada por um hoje influente assessor de governo tucano, que acusava petistas de ganhar por fora, mas declarava, ao mesmo tempo, não ter condição de confirmar ou desmentir as próprias afirmações transformadas em capa! Nota: nada foi comprovado.

O clima agora é parecido, mas os personagens atrapalham a oposição. O frisson do momento é a delação premiada de Alberto Youssef. Mas quem é Youssef? Um mergulho num passado não tão distante mostra que ele foi um dos doleiros usados pelo então operador do caixa do PSDB, Ricardo Sérgio, para externalizar , num linguajar ao gosto da legenda, propinas da privatização selvagem dos anos 1990.

Youssef é velho de guerra tanto em delitos com em delação premiada. Já fez uma em 2004, na época da CPI do Banestado, quando se comprometeu a nunca mais sair da linha. O tamanho de sua confiabilidade aparece em sua situação atual. Está preso de novo. Quem diz é o Ministério Público: Mesmo tendo feito termo de colaboração com a Justiça (...), voltou a delinquir, indicando que transformou o crime em verdadeiro meio de vida. É num sujeito com tal reputação que oposicionistas apostam suas fichas.

Resumo da ópera: sem investigação a fundo, nada vale. Espera-se que a esdrúxula teoria do domínio do fato tenha sido enterrada na gestão Joaquim Barbosa, atualmente mais preocupado com tarifas telefônicas. Goste-se ou não, o bueiro escavado em governos pregressos e nas privatizações feitas no limite da irresponsabilidade está sendo aberto pelas administrações petistas. Talvez por isso Dilma tenha deslanchado nas pesquisas, enquanto Marina e Aécio (com aquele ar de falsa virgem já inúmeras vezes deflorada) patinam nas intenções de voto. 

Por Ricardo Melo - Colunista da Folha

Dilma vence debate na Record: o povo se lembra que PSDB do Aécio quebrou o Brasil 3 vezes.



O debate na Record foi morno, mas Dilma venceu fácil. Quem mais se deu mal foi Marina, seguida de Aécio, que não soube aproveitar para tentar ultrapassar Marina.

Dilma teve três momentos altos no confronto direto com Aécio e com Marina. O tucano teve de ouvir "o povo não esquece que o governo do PSDB quebrou o Brasil 3 vezes". A presidenta ainda falou do desemprego e dos juros altos no governo FHC.

Já Marina foi cobrada por Dilma sobre faltar com a verdade quando disse ter votado a favor da CPMF, e se deu mal ao insistir na mentira dando desculpa de ue votou pela admissibilidade nas comissões do Senado, durante a tramitação, mas o que vale de fato é a votação final no plenário e ela votou contra.

Em outra pergunta, Dilma questionou o programa de governo de Marina que fala em diminuir o papel dos bancos públicos e o crédito direcionado e subsidiado, que permite haver o Minha Casa, Minha Vida, o financiamento agrícola, o cartão BNDES, o Financiamento estudantil, o microcrédito, etc. Marina tentou desmentir seu próprio plano de governo, e disse que manteria tudo isso que Dilma fez. Além do desgaste de se contradizer, quando afirma que vai manter políticas de Dilma está aprovando o governo da presidenta.

Dilma acertou ao pedir vários direitos de resposta, quando Aécio Neves, Pastor Everaldo e Levy Fidelix fizeram tabelinha para criticá-la. Um dos pedidos foi aceito. Os outros não, mas Dilma respondeu quando teve a palavra em outras perguntas. Só de pedir o direito de resposta sinaliza que domina o debate e que os outros estão falando dela pelas costas, ou seja, na hora em que ela não pode falar. Ponto para ela.

Dilma foi a mais propositiva, aproveitando as críticas para falar sobre seus planos para segurança pública, combate à corrupção que, na verdade, é o combate à impunidade.

Os demais candidatos quase só fizeram críticas, ora ao governo Dilma, ora à propaganda eleitoral do PT.

Mesmo sendo a mais criticada pelos outros, Dilma se beneficiou das críticas inconsistentes, de ter pedido direito de resposta, da falta dos adversários apresentarem alternativas, e de Marina e Aécio falarem que manteriam o Bolsa Família, o que, para o telespectador, acaba sinalizando aprovação ao que Dilma fez.

Resultado: Dilma dominou o debate.

Marina foi a que sofreu mais perdas, até com perguntas que não eram para ela. Um jornalista perguntou ao Pastor Everaldo se ele iria ter cargo no governo, caso Marina ganhasse. Eduardo Jorge descreveu bastidores de disputa de poder em 2010 e 2011, quando Marina tentou tomar o controle do PV. Levy Fidelix lembrou as ligações de Marina com Itaú.

domingo, 28 de setembro de 2014

Veja o novo clipe da Dilma: “Coração Valente”


♪♬♫ Dilma Coração Valente: ouça, veja e  cante.

 Daqui a pouco  tem debate  organizado pela TV Record.O debate da Rede Record está marcado para 22h30 e será o penúltimo entre os presidenciáveis antes do primeiro turno da eleição. Na próxima quinta-feira (2), a Rede Globo promove o último debate entre os candidatos



Letra na íntegra

Dilma, coração valente, força brasileira, garra desta gente.
Dilma, coração valente, nada nos segura pra seguir em frente

Você nunca desviou o olhar do sofrimento do povo
Por isso, eu te quero outra vez

Por isso, eu te quero de novo
Você nunca vacilou em lutar em favor da gente
Por isso eu tô juntinho, do seu lado
Com você e Lula pra seguir em frente

Mulher de mãos limpas (tô com você)
Mulher de mãos livres (tô com você)
Mulher de mãos firmes, vamos viver uma nova esperança
Com muito mais futuro e muito mais mudança

Dilma, coração valente, força brasileira, garra desta gente
Dilma, coração valente, nada nos segura pra seguir em frente

O que tá bom, vai continuar
O que não tá, a gente vai melhorar (2x)
Coração valente!


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Não troque o certo pelo duvidoso, é Dilma 13 de novo!

 Independência do BC?
Roberto Setúbal, irmão da Neca e dono do Itaú
A proposta formulada por Marina Silva (candidata do PSB à presidência da República) permitirá que o sistema financeiro, os bancos, virem o quarto poder no Brasil. Ele passaria a ter mais poder do que a presidência da República. O presidente da República pode sofrer impeachment e os deputados federais e senadores, cassados. O Banco Central, não. Um absurdo!

Se a Marina Silva ganhar, ela vai diminuir a importância estratégica dos bancos públicos e aumentar a participação dos bancos privados. (Neca Setúbal, do Itaú, é a coordenadora de seu programa de governo). O que impedirá a execução de financiamento a programas populares, como o Minha Casa, Minha Vida. 15% da população de Goiás já teria sido contemplada pelo Minha Casa, Minha Vida.

Mudanças nas leis trabalhistas? #NemQueAVacaTussa
Dilma  não aceitará mudanças na legislação trabalhista, como quer Marina Silva, nem que a vaca tussa! Direito não se mexe, se amplia!

Oligarquias

Para quem diz representar uma nova política, a aliança entre Marina Silva e a oligarquia dos Bornhaunsen é um tiro no pé. É estranha! É a prova mais descarada do que representa essa tal nova política...

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Não podemos retroceder. Dilma neles!


Para quem diz representar uma nova política, a aliança entre Marina Silva e a oligarquia dos Bornhaunsen é um tiro no pé. É estranha! É a prova mais descarada do que representa essa tal nova política...

 Em entrevista ao Globo, o cientista político e professor de Administração Pública da Fundação Getulio Vargas (FGVSP) Marco Antonio Carvalho Teixeira, fala  sobre o atual momento da campanha eleitoral. Ele acredita que o momento eleitoral é favorável à reeleição da presidente Dilma (13 - PT), e credita aos próprios erros de Marina Silva (PSB) a sua queda nas pesquisas. Para ele, as "inconsistências programáticas" foram mais decisivas do que os ataques dos adversários. Teixeira acredita ainda que o PSDB passará a ter um papel secundário na política a partir de 2015.

 O cientista diz: "Essa história maluca de governar com os melhores não existe. Do ponto de vista de quem quer fazer articulação partidária, foi um desastre".“Dilma terá de mostrar instabilidade e insegurança de Marina”

E quem ganha com esse quadro?

A presidente Dilma Rousseff. Ela voltou a ter o protagonismo na disputa. Quando Marina entrou na disputa, a reeleição de Dilma era praticamente inviável. Ela chegou a ter dez pontos a menos no segundo turno e uma rejeição de 40%. Hoje, o quadro é inverso, e sua rejeição caiu. Marina é quem dá sinais de ser inviável agora.

Por quê?

Não é algo definitivo. Temos um outro processo eleitoral à frente. Mas é o que os dados nos revelam agora. As últimas três ou quatro rodadas de pesquisas mostram que Marina vem tendo  recuo na intenção de voto levantamento a levantamento. Esse recuo para um padrão de segundo turno é extremamente preocupante.

E Aécio Neves? Está fora da disputa?

O tempo conspira contra ele. O Aécio teve uma desidratação eleitoral muito rápida com a chegada da Marina. Ele estava na faixa de 22 % a 23%, e caiu para 15%. Foi um tombo. Ele recuperou poucos pontos, mas não serão suficientes. A campanha dele deixa mensagens simbólicas para o PSDB.

Quais?

O partido tem pouca sensibilidade social. Eles continuam errando em não tocar em questões centrais ao eleitor. Provavelmente, o PSDB deixará de ser um ator central na política brasileira. O partido está muito perto de perder Minas e ficar apenas com São Paulo dentre os estados principais da Federação. Se Marina ganhar, é pior ainda para os tucanos. O papel de oposição naturalmente será do PT, restando ao PSDB ir para o governo. E, lá, o partido dificilmente terá um protagonismo.

Marina recuou nas pesquisas após os ataques do PT. O pragmatismo petista venceu o sonho marineiro?

O que é o sonho? O sonho é uma questão coletiva. Agora, a questão individual ainda é o que decide a eleição no Brasil. O eleitor quer saber dos seus direitos. Pega um sujeito que não era atendido por política nenhuma. Ele vai votar em cima do que ele foi ou não atendido. Assim como setores empresariais tentam influenciar por conta do rumo da política econômica. Então, o que se classifica como "sonhático" está no campo ideológico, está acima desses interesses de grupo. E, hoje, é praticamente impossível colocar uma ideia dentro da sociedade como prioritária.

Então não existe a "nova política"?

Vamos analisar. A jornada de junho fracassou porque não teve liderança e não teve interlocução. Acreditar que a sociedade tem que depender menos de lideranças, conforme afirmaram interlocutores de Marina, é ilógico. Lideranças são fundamentais. Essa história maluca de que vamos governar com os melhores não existe. O próprio João Paulo Capobianco deu uma entrevista (dizendo) que, do ponto de vista de quem quer fazer articulação partidária, foi um desastre. Ele disse querer diminuir a importância dos líderes partidários na sociedade. Isso tudo foi um desastre e diminuiu a capacidade de agregar novos aliados. Ao mesmo tempo, Marina acaba se contradizendo ao subir em palanques como o do (Paulo) Bornhausen em Santa Catarina.

O que se pode projetar para a disputa do segundo turno?

Marina terá que partir para desconstruir o governo Dilma e tentar mostrar que poderia ser diferente, e que o caminho pode ser outro do que ficar brigando com imagem. Ela terá que fugir dessa seara. Mas vai sofrer com a falta de máquina partidária e principalmente de palanques nos estados. Toda a condução política de Marina no primeiro turno só fez com que ela diminuísse a capacidade de se tornar competitiva. Já Dilma terá de mostrar que a instabilidade e a insegurança de Marina podem influenciar diretamente na governabilidade. Dilma vai ter que forçar Marina a assumir posições, pois sabe que ali estão as fragilidades da ex-senadora.

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